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LIVRO DE MICROBIOLOGIA TORTORA

| Livros

    Contents
  1. Microbiologia
  2. Microbiologia 10ª Edição Tortora Funke Case_min - ID:5cece3c69b
  3. Microbiologia
  4. Gerard Tortora artigos e trabalhos de pesquisa

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Boa tarde, poderia me enviar o livro : Aires,M. Aplicações clínicas 1. Identifique a bactéria nesta micrografia óptica. Para que fim cada produto é usado? Os esporangiósporos pretos dentro do espo- rângio conferem ao Rhizopus seu nome comum. Lembre-se de que os trabalhos de Bassi, que levaram ao surgimento da teoria do germe da doença, foram feitos com um fungo patogênico. Endosporo b Um endosporo no Bacillus anthracis. Funke ; Gerard J. Complexo de Golgi A maioria das proteínas sintetizadas pelos ribossomos aderidos ao RE rugoso é transportada para outras regiões da célula. A fagocitose é usada pelos leucócitos para destruir bactérias e substâncias estranhas veja a Figura Porto Alegre: Artemed, Tipos de micro-organismos p.

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A indstria de alimentos tambm inclui os micrbios na produo de vinagre, repolho azedo, picles, bebidas alcolicas, azeitonas verdes, molho de soja, manteiga, queijos, iogurtes e pes veja o Quadro da pgina 3. Alm disso, as enzimas dos micrbios podem, agora, ser manipuladas para que os micrbios produzam substncias que normalmente no sintetizariam.

Elas incluem celulose, digestivos e substncias usadas para desentupir canos, alm de substncias teraputicas como a insulina. Embora somente uma minoria dos microrganismos seja patognica causadora de doenas , o conhecimento prtico sobre os micrbios necessrio para a medicina e para as cincias relacionadas sade.

Por exemplo, os trabalhadores de hospitais devem ser capazes de proteger os pacientes de micrbios comuns, que so normalmente inofensivos, mas podem ser nocivos s pessoas doentes e debilitadas.

Atualmente, sabemos que os microrganismos so encontrados praticamente em todos os lugares. H at pouco tempo, antes da inveno do microscpio, os micrbios eram desconhecidos dos cientistas. Milhares de pessoas morreram em epidemias devastadoras, cujas causas no eram conhecidas. A deteriorao dos alimentos freqentemente no podia ser controlada, e famlias inteiras morreram porque as vacinas e os antibiticos no estavam disponveis para combater as infeces.

Podemos ter uma idia de como o nosso conhecimento atual sobre a microbiologia se desenvolveu considerando a histria dos primrdios da microbiologia, que modificou nossas vidas. Contudo, antes de fazermos isso, iremos primeiro dar uma olhada nos principais grupos de microrganismos, e como so chamados e classificados. O organismo designado pelos dois nomes, o gnero e o epteto especfico, ambos sendo sublinhados ou escritos com letras itlicas.

Por tradio, aps um nome cientfico ter sido mencionado uma vez, ele pode ser abreviado com a inicial do nome do gnero seguido pelo epteto especfico. Os nomes cientficos podem, entre outras coisas, descrever um organismo, homenagear um pesquisador ou identificar os hbitos de uma espcie.

Por exemplo, considerando Staphylococcus aureus, uma bactria comumente encontrada na pele humana. Staphylo descreve o arranjo agrupado das clulas; coccus indica que as clulas possuem a forma de esferas.

O epteto especfico, aureus, significa ouro em latim, a cor de muitas colnias dessa bactria. As bactrias do gnero Escherichia coli foram nomeadas por um cientista, Theodor Escherich, enquanto que o epteto especfico, coli, lembra-nos que E. Tipos de Microrganismos Objetivo do Aprendizado Diferenciar as caractersticas principais de cada grupo de microrganismos.

Bactrias As bactrias do latim, bacteria, singular: bacterium so organismos relativamente simples, de uma nica clula unicelulares , cujo material gentico no est envolto por uma membrana nuclear especial.

Microbiologia

Por essa razo, as bactrias so denominadas procariotos, que em grego significa pr-ncleo. Os procariotos incluem as bactrias e as arquibactrias. As clulas bacterianas geralmente aparecem em um entre vrios formatos. Os bacilos em forma de basto , ilustrados na Figura 1. As bactrias individuais podem formar pares, grupos, cadeias ou outros agrupamentos; tais formaes so geralmente caractersticas de um gnero particular ou de uma espcie de bactria.

As bactrias so envolvidas por uma parede celular que praticamente composta por um complexo de carboidrato e protena denominado peptideoglicana. Em contraste, celulose a principal substncia da parede celular de plantas e algas.

As bactrias geralmente se reproduzem pela diviso de uma clula em duas clulas idnticas; esse processo chamado de fisso binria. Para a sua nutrio, muitas bactrias utilizam compostos orgnicos encontrados na natureza a partir de organismos vivos ou mortos. Algumas bactrias sintetizam seu prprio alimento por fotossntese, e algumas obtm seu alimento a partir de substncias inorgnicas. Muitas bactrias. Nomeando e Classificando os Microrganismos Nomenclatura Objetivo do Aprendizado Reconhecer o sistema de nomenclatura cientfica que utiliza dois nomes: um gnero e um epteto especfico.

O sistema de nomenclatura nomeao em uso atualmente para os organismos foi estabelecido em por Carolus Linnaeus. Os nomes cientficos so latinizados porque o latim era a lngua tradicionalmente utilizada pelos estudantes.

A nomenclatura. Voc terminou de fazer uma massa para po com os seus ltimos suprimentos de farinha e sal quando algum grita, OURO! Esquecendo temporariamente a sua fome, voc sai correndo para os campos de ouro. Muitas horas mais tarde voc retorna. A massa ficou crescendo mais tempo que o de costume, mas voc est com muito frio, cansado e faminto para iniciar uma nova fornada.

Mais tarde, voc ir notar que o seu po tem um gosto diferente das fornadas anteriores: ele est ligeiramente azedo. Durante a corrida do ouro, os mineiros assavam tantas fornadas de pes que foram apelidados de azedados. O po convencional feito com farinha, gua, acar, gordura e um micrbio vivo, uma levedura. A levedura pertence ao Reino dos Fungos e chamada de Saccharomyces cerevisiae. Quando a farinha misturada com a gua, uma enzima na farinha quebra o amido em dois acares, maltose e glicose.

Depois que os ingredientes do po so misturados, a levedura metaboliza os acares e produz lcool etanol e dixido de carbono, como produtos secundrios.

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Esse processo metablico chamado de fermentao. A massa cresce devido s bolhas de dixido de carbono, que ficam presas na matriz pegajosa. O lcool, que evapora durante o cozimento, e o dixido de carbono formam espaos que permanecem no po. Originalmente, os pes eram fermentados pelas leveduras selvagens, que estavam presentes no ar. Mais tarde, os padeiros mantinham uma cultura iniciadora de levedura a massa da ltima fornada de pes para fermentar as prximas fornadas.

O po azedo feito com uma cultura iniciadora especial, que adicionada farinha, gua e sal. Talvez os mais famosos pes azedos feitos hoje em dia venham de So Francisco, onde uma grande quantidade de padarias mantm continuamente culturas.

Depois que diversas padarias em outras reas tentaram, sem sucesso, reproduzir o sabor nico das padarias de So Francisco, boatos atriburam o gosto azedo ao clima tpico e local ou a contaminaes das paredes das padarias. Ted F. Sugihara e Leo Kline, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos USDA , resolveram terminar com esses boatos e descobrir a base microbiolgica para o gosto diferente do po, a fim de que ele pudesse ser feito em outras reas.

Os investigadores do USDA concluram que o po azedo de oito a dez vezes mais cido que o po convencional, devido presena dos cidos ltico e actico. Esses cidos so os responsveis pelo gosto azedo do po. Os investigadores isolaram e iden-. Entretanto, a questo do po azedo no havia sido respondida, porque a levedura no produzia os cidos e no utilizava maltose.

Sugihara e Kline procuraram na cultura iniciadora um segundo agente capaz de fermentar a maltose e produzir os cidos veja a figura. A bactria que eles isolaram, to cuidadosamente guardada durante tantos anos, foi classificada no gnero Lactobacillus. Muitos membros deste gnero so utilizados em fermentaes leiteiras e so naturalmente encontrados em seres humanos e em outros animais.

Anlises da estrutura celular e da composio gentica revelaram que a bactria que promove o azedume geneticamente diferente das outras bactrias do mesmo gnero, previamente caracterizadas.

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Ela foi denominada Lactobacillus sanfrancisco. Quando os esporos so liberados pelo esporngio estruturas circulares , eles param em uma superfcie favorvel e germinam em uma rede de hifas filamentos que absorvem os nutrientes. Para uma discusso completa sobre bactrias, veja o Captulo Algas As algas do latim, algae, singular: alga so eucariotos fotossintticos com uma enorme variedade de formas e com os dois tipos de reproduo, sexuada e assexuada Figura 1.

As algas de interesse para os microbiologistas so normalmente unicelulares veja o Captulo 12, pgina A parede celular de muitas algas, assim como das plantas, composta de celulose. As algas so abundantes em gua doce ou em salgada, no solo e em associao com plantas. Como fotossintetizadoras, as algas necessitam de luz e ar para a produo de alimentos e para seu crescimento, mas geralmente no necessitam de compostos orgnicos do ambiente. Como resultado da fotossntese, as algas produzem oxignio e carboidratos, que so utilizados por outros organismos, inclusive os animais.

Dessa forma, possuem um papel importante no equilbrio da natureza. Archaea Como as bactrias, as arquibactrias so clulas procariticas, porm, quando possuem paredes celulares, estas no so compostas por peptideoglicana.

As arquibactrias, normalmente encontradas em ambientes extremos, so divididas em trs grupos principais. Os metanognicos eliminam metano como resultado de sua respirao. Os haloflicos extremos vivem em ambientes extremamente salinos, como o Great Salt Lake, no estado norte-americano de Utah, e o Mar Morto. Os termoflicos extremos habitam guas quentes e sulfurosas, como as fontes termais do Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, Estados Unidos. Doenas causadas por arquibactrias em seres humanos so desconhecidas.

Vrus Os vrus Figura 1. So to pequenos que muitos somente so visualizados por microscpio eletrnico e so acelulares no so clulas. Estruturalmente muito simples, uma partcula viral contm um ncleo formado por um nico tipo de cido nuclico, DNA ou RNA. Esse ncleo circundado por um envoltrio protico. Algumas vezes, esse envoltrio revestido por uma camada adicional, uma membrana lipdica denominada envelope. Todas as clulas vivas possuem RNA e DNA para poderem realizar as reaes qumicas e para se reproduzirem como unidades auto-suficientes.

Os vrus somente se reproduzem atravs da utilizao da maquinaria de outros organismos. Dessa forma, os vrus so considerados vivos quando se multiplicam dentro das clulas que infetam. Nesse sentido, os vrus so parasitas de outras formas de vida. Por outro lado, os vrus no so considerados como vivos porque fora de seus hospedeiros ficam inertes os vrus sero discutidos detalhadamente no Captulo Fungos Os fungos do latim, fungi, singular: fungus so eucariotos, organismos cujas clulas possuem um ncleo definido, que contm o material gentico da clula DNA , circundado por um envelope especial chamado de membrana nuclear.

Os organismos do Reino dos Fungos podem ser unicelulares ou multicelulares veja o Captulo 12, pgina Fungos multicelulares grandes, como os cogumelos, podem parecer algumas vezes com plantas, mas no so capazes de realizar a fotossntese, como a maioria das plantas.

Os fungos verdadeiros possuem a parede das clulas composta principalmente por uma substncia chamada de quitina. As formas unicelulares dos fungos, as leveduras, so microrganismos ovais, maiores que as bactrias. Os fungos mais tpicos so os bolores Figura 1. Os bolores formam uma massa visvel chamada de miclio, composta de longos filamentos hifas que se ramificam e se expandem. Os crescimentos semelhantes a algodo, algumas vezes encontrados sobre o po e as frutas, so miclios de fungos.

Os fungos podem reproduzir-se sexuada ou assexuadamente. Eles obtm seus alimentos absorvendo solues de matria orgnica de seu ambiente, que pode ser o solo, a gua do mar, a gua doce, um animal ou uma planta hospedeira. Organismos chamados de fungos gelatinosos possuem caractersticas tanto de fungos quanto de amebas.

Eles sero discutidos detalhalhadamente no Captulo Parasitas Multicelulares de Animais Embora os parasitas multicelulares de animais no sejam exclusivamente microrganismos, eles tm importncia mdica e, por isso, sero discutidos neste texto. Os dois maiores grupos de vermes parasitas so os vermes chatos e os vermes redondos, coletivamente chamados de helmintos veja o Captulo 12, pgina Durante alguns estgios de seus ciclos de vida, os helmintos so microscpicos em tamanho.

A identificao em laboratrio desses organismos inclui muitas das tcnicas utilizadas para a identificao dos micrbios. Protozorios Os protozorios do latim, protozoa, singular: protozoan so micrbios unicelulares eucariticos veja o Captulo 12, pgina Eles se movimentam atravs de pseudpodes, flagelos ou clios. As amebas Figura 1. Outros protozorios possuem longos flagelos ou numerosos e curtos apndices para locomoo chamados de clios. Os protozorios possuem uma variedade de formas e vivem tanto como entidades livres quanto como parasitas organismos que retiram nutrientes de hospedeiros vivos , que absorvem ou ingerem compostos orgnicos de seu ambiente.

Os protozorios podem reproduzir-se sexuada ou assexuadamente. Classificao dos Microrganismos Antes da existncia dos micrbios ser conhecida, todos os organismos eram agrupados no reino animal ou no reino vegetal.

Quando organismos microscpicos com caractersticas de animais ou plantas foram descobertos, no final do sculo XVII, um novo sistema de classificao se fez necessrio. Ainda assim, os bilogos no conseguiram chegar a um acordo sobre os. Em , Carl Woese desenvolveu um sistema de classificao com base na organizao celular dos organismos.

Ele classificou os organismos em trs domnios como se segue: 1. Bacteria as paredes celulares contm peptideoglicanas. Archaea as paredes celulares, se presentes, no contm peptideoglicanas. Eucarya, que inclui os seguintes: Protista fungos gelatinosos, protozorios e algumas algas. Fungi leveduras unicelulares, bolores multicelulares e cogumelos.

Plantae inclue musgos, samambaias, conferas e plantas com flores. Animalia inclui esponjas, vermes, insetos e vertebrados.

A classificao ser discutida em maiores detalhes nos Captulos 10 a A descoberta de Hooke marcou o incio da teoria celular a teoria em que todas as coisas vivas so compostas por clulas.

As investigaes subseqentes a respeito da estrutura e do funcionamento das clulas tiveram essa teoria como base. Embora o microscpio de Hooke fosse capaz de mostrar as clulas, ele no possua as tcnicas para a colorao, que teriam permitido que ele visualizasse claramente os micrbios. O comerciante alemo e cientista amador Antoni van Leeuwenhoek foi, provavelmente, o primeiro a realmente observar microrganismos vivos atravs de lentes de aumento. Entre e , ele escreveu uma srie de cartas Royal Society of London descrevendo os animlculos que ele via pelo seu modesto microscpio de uma nica lente.

Van Leeuwenhoek fez desenhos detalhados sobre os animlculos de gua da chuva, em lquido no qual gros de pimenta foram submersos e no material removido de seus dentes.

Esses desenhos foram identificados como representaes de bactrias e protozorios Figura 1. Identificar as contribuies de Needham, Spallanzani, Virchow e Pauster para a microbiologia. Uma Breve Histria da Microbiologia A cincia da microbiologia iniciou h apenas algumas centenas de anos e, ainda, a recente descoberta de DNA de Mycobacterium tuberculosis em mmias egpcias de 3.

Na verdade, os ancestrais das bactrias foram os primeiros seres vivos a aparecer na Terra. Enquanto sabemos relativamente muito pouco a respeito do que os povos mais primitivos pensavam sobre as causas, a transmisso e o tratamento das doenas, a histria das poucas centenas de anos passados melhor conhecida.

Examinaremos, agora, alguns conhecimentos da microbiologia que foram cruciais para o progresso desse campo at o estgio altamente tecnolgico, alcanado atualmente. Aps van Leeuwenhoek descobrir o mundo previamente existente de microrganismos invisveis, o interesse da comunidade cientfica voltou-se para as origens dessas minsculas coisas vivas.

At a segunda metade do sculo XIX, muitos cientistas e filsofos acreditavam que algumas formas de vida poderiam aparecer espontaneamente da matria morta; eles chamaram esse processo hipottico de gerao espontnea. H pouco mais de anos, as pessoas facilmente acreditavam que sapos, cobras e camundongos poderiam nascer de solos midos; que moscas poderiam emergir do estrume; e que larvas de insetos, como larvas de moscas, poderiam surgir a partir de corpos em decomposio.

Evidncias Pr e Contra Um forte oponente gerao espontnea, o fsico italiano Francesco Redi, comeou em antes mesmo da descoberta da vida microscpica de van Leeuwenhoek a demonstrar que as larvas de insetos no surgiam espontaneamente de carnes apodrecidas. Redi encheu trs jarras com carne em decomposio e lacrou-as fortemente. Fez o mesmo com outras trs jarras semelhantes, deixando-as abertas. As larvas apareceram nas jarras abertas, aps moscas entrarem nessas jarras e depositarem seus ovos, mas o contedo dentro das jarras lacradas no apresentou sinal algum de larvas.

Ainda assim, os antagonistas de Redi no estavam convencidos; eles argumentavam que o ar fresco era necessrio para a gerao espontnea.

Dessa forma, Redi iniciou um novo experimento, no qual trs jarras foram cobertas com uma fina rede, ao invs de serem lacradas. Nenhuma larva apareceu nas jarras cobertas com a rede, embora. Uma das descobertas mais importantes na histria da biologia ocorreu em com o auxlio de um microscpio extremamente simples. O ingls Robert Hooke, aps observar uma fina fatia de cortia, relatou ao mundo que as menores unidades vivas eram pequenas caixas, ou clulas, como ele as chamou.

Utilizando sua verso improvisada de um microscpio que utilizava dois conjuntos de lentes , Hooke foi capaz de vi-. A maior ampliao possvel com esse microscpio era cerca de X vezes. As letras representam vrios formatos das bactrias. C-D representa a trajetria do movimento observado por van Leeuwenhoek.

Van Leeuwenhoek foi a primeira pessoa a visualizar microrganismos que hoje conhecemos como bactrias e protozorios.

As larvas apareciam somente se fosse permitido que moscas deixassem seus ovos sobre a carne. Os resultados de Redi foram um forte golpe no antigo conceito de que grandes formas de vida poderiam surgir de formas no-vivas. No entanto, muitos cientistas ainda acreditavam que pequenos organismos, tais como os animlculos de van Leeuwenhoek, eram suficientemente simples para serem gerados a partir de materiais no-vivos.

O caso a favor da gerao espontnea dos microrganismos parece ter sido fortalecido em , quando John Needham, um ingls, descobriu que, mesmo aps ele aquecer caldos nutrientes caldo da galinha ou caldo de milho antes de coloclos em frascos cobertos, a soluo resfriada era logo abundantemente ocupada por microrganismos. Needham considerou que os micrbios desenvolviam-se espontaneamente a partir de caldos.

Vinte anos mais tarde, Lazzaro Spallanzani, um cientista italiano, sugeriu que os microrganismos do ar teriam provavelmente entrado nas solues de Needham, aps estas terem sido fervidas. Spallanzani demonstrou que os caldos nutrientes aquecidos, aps terem sido primeiramente lacrados em um frasco, no desenvolviam crescimento microbiano algum. Needham respondeu invocando que a fora vital, necessria para a gerao espontnea, tinha sido destruda pelo calor e foi mantida fora dos frascos pelos lacres.

Essa fora vital imaginria recebeu ainda mais crdito pouco tempo aps os experimentos de Spallanzani, quando Laurent Lavoisier mostrou a importncia do oxignio para a vida. As observaes de Spallanzani foram criticadas com base no fato de que no havia oxignio suficiente nos frascos lacrados para sustentar a vida microbiana. A Teoria da Biognese A questo estava ainda sem soluo em , quando o cientista alemo Rudolf Virchow desafiou a gerao espontnea com o conceito da biognese, que preconizava que clulas vivas poderiam surgir somente a partir de clulas vivas preexistentes.

Os argumentos sobre a gerao espontnea continuaram at , quando a questo foi resolvida pelo cientista francs Louis Pasteur. Com uma srie de engenhosos e persuasivos experimentos, Pasteur demonstrou que os microrganismos estavam presentes no ar e podiam contaminar solues estreis, embora o prprio ar por si s no criasse micrbios.

Ele encheu vrios frascos, que continham a extremidade da abertura no formato de um pescoo curto, com caldo de carne e ferveu seus contedos.

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Alguns deles, ele deixou que esfriassem abertos. Em poucos dias, estes frascos estavam contaminados com micrbios. Os outros frascos, lacrados aps a fervura, estavam livres de microrganismos.

As descobertas de Pasteur formam as bases para as tcnicas asspticas, procedimentos que impedem contaminaes por microrganismos indesejveis. Pasteur, a seguir, colocou meio de cultura em frascos com a extremidade da abertura no formato de um pescoo longo e curvou esse pescoo na forma da letra S Figura 1. O contedo desses frascos foi, ento, fervido e resfriado. O meio de cultura nos frascos no apodreceu e nem mostrou sinais de vida, mesmo aps meses de espera.

O modelo criado por Pasteur permitia que o ar entrasse no frasco, mas o pescoo curvado prendia qualquer microrganismo presente no ar e que pudesse contaminar o meio. Alguns desses frascos originais, os quais foram lacrados mais tarde, esto em exposio no Instituto Pasteur, em Paris.

Assim como o frasco mostrado na Figura 1. Pasteur demonstrou que os microrganismos podem estar presentes na matria no-viva sobre slidos, dentro de lquidos e no ar. Alm disso, ele demonstrou conclusivamente que a vida microbiana pode ser destruda pelo calor e que podem ser elaborados mtodos para impedir o acesso dos microrganismos presentes no ar aos ambientes nutritivos. Essas descobertas formam a base das tcnicas de assepsia, tcnicas que impedem a contaminao por microrganismos no-desejados e que so atualmente prticas rotineiras nos laboratrios e em muitos procedimentos mdicos.

As tcnicas asspticas modernas esto entre os primeiros e mais importantes conceitos da aprendizagem de um microbiologista iniciante. O trabalho de Pasteur forneceu evidncias de que os microrganismos no podem originar-se de foras msticas, presentes nos materiais no-vivos. Ao contrrio, qualquer aparecimento de vida espontnea em solues no-vivas pode ser atribudo aos microrganismos que j estavam presentes no ar ou nos prprios fluidos.

Os cientistas agora acreditam que uma forma de gerao espontnea provavelmente ocorreu na Terra primitiva, quando a primeira vida surgiu, mas eles concordam que isso no acontece sob as condies ambientais atuais. Explicar como os trabalhos de Pasteur influenciaram Lister e Koch.

Identificar a importncia do trabalho de Jenner. Durante cerca de 60 anos, comeando com os trabalhos de Pasteur, houve uma exploso de descobertas na microbiologia. O perodo de a foi apropriadamente nomeado a Idade de Ouro da Microbiologia. Durante esse perodo, rpidos avanos, liderados principalmente por Pasteur e Robert Koch, levaram ao estabelecimento da microbiologia como uma cincia.

As descobertas durante esses anos incluem tanto os agentes de muitas doenas como o papel da imunidade pa-. Durante esse perodo produtivo, os microbiologistas estudaram as atividades qumicas dos microrganismos, aperfeioaram as tcnicas de microscopia e de cultivo dos microrganismos e desenvolveram vacinas e tcnicas cirrgicas.

Alguns dos maiores eventos que ocorreram durante a Idade de Ouro da Microbiologia esto listados na Figura 1. Fermentao e Pasteurizao Uma das etapas fundamentais, que estabeleceu a relao entre microrganismos e doenas, ocorreu quando um grupo de mercadores franceses pediu que Pasteur descobrisse porque os vinhos e as cervejas azedavam. Eles esperavam desenvolver um mtodo que impedisse a deteriorao dessas bebidas, quando enviadas a longas distncias.

Naquela poca, muitos cientistas acreditavam que o ar convertia os acares desses fluidos em lcool. Pasteur descobriu, ao contrrio, que microrganismos, denominados leveduras, convertiam os acares para lcool na ausncia do ar. Esse processo, denominado fermentao veja o Captulo 5, pgina , utilizado para a produo de vinho e cerveja.

O azedamento e a danificao so causados por microrganismos diferentes chamados de bactrias.

Microbiologia

Na presena do ar, as bactrias transformam o lcool das bebidas em vinagre cido actico. A soluo de Pasteur para o problema de danificao foi aquecer a cerveja e o vinho o suficiente para matar a maioria das bactrias que causavam o estrago; o processo chamado de pasteurizao agora rotineiramente utilizado para matar bactrias potencialmente nocivas no leite, bem como em algumas bebidas alcolicas.

A demonstrao da relao entre a danificao de comidas e microrganismos foi o passo mais importante para o estabelecimento da relao entre doenas e micrbios. A Teoria do Germe da Doena Como temos observado, o fato de que muitos tipos de doenas esto relacionados aos microrganismos era desconhecido at relativamente pouco tempo. Antes da poca de Pasteur, tratamentos efetivos para muitas doenas foram descobertos pelo mtodo da tentativa e do erro, mas as causas dessas doenas eram desconhecidas.

A descoberta de que as leveduras possuem um papel fundamental na fermentao foi o primeiro elo de ligao entre a atividade dos microrganismos e as modificaes fsicas e qumicas nos materiais orgnicos. Essa descoberta alertou os cientistas para a possibilidade de que os microrganismos devem possuir uma relao semelhante com plantas e animais especificamente, que os microrganismos podem causar doenas. Essa idia foi conhecida como a teoria do germe da doena. A teoria do germe foi um conceito difcil para muitas pessoas aceitarem naquela poca, porque durante sculos acreditava-se que a doena era uma punio para crimes ou pecados individuais.

Quando os habitantes de uma vila inteira ficavam doentes, as pessoas freqentemente colocavam a culpa da doena em demnios que apareciam como odores ftidos dos. Muitas pessoas nascidas na poca de Pasteur achavam inconcebvel que micrbios invisveis poderiam viajar pelo ar e infectar plantas e animais ou permanecerem nas roupas e camas para serem transmitidos de uma pessoa para a outra.

Gradualmente, porm, os cientistas acumularam as informaes necessrias para suportar a nova teoria do germe. Em , Pasteur foi chamado para ajudar na batalha contra uma doena do bicho-da-seda, que estava arruinando a indstria da seda por toda a Europa.

Anos antes, em , Agostino Bassi, um microscopista amador, havia provado que uma outra doena do bicho-da-seda era causada por um fungo. Utilizando os dados fornecidos por Bassi, Pasteur concluiu que a nova infeco era causada por um protozorio. Ele desenvolveu um mtodo para identificar as larvas do bicho-da-seda que estavam contaminadas.

Em , Joseph Lister, um cirurgio ingls, aplicou a teoria do germe para procedimentos mdicos.

Gerard Tortora artigos e trabalhos de pesquisa

Lister sabia que, na dcada de , o mdico hngaro Ignaz Semmelweis havia mostrado que mdicos, que naquela poca no desinfetavam as mos, costumeiramente transmitiam infeces febre s crianas recm-nascidas de uma paciente para outra. Lister tambm havia tomado conhecimento a respeito dos trabalhos de Pasteur, conectando micrbios s doenas animais. Os desinfetantes no eram usados naquele tempo, mas Lister sabia que o fenol cido carblico matava bactrias.

Dessa forma, ele comeou a tratar ferimentos cirrgicos com uma soluo de fenol. Essa prtica reduziu de tal forma a incidncia de infeces e mortes que outros cirurgies adotaram-na rapidamente. A tcnica de Lister foi um dos primeiros procedimentos mdicos para o controle das infeces causadas por microrganismos. De fato, seus estudos provaram que os microrganismos so as causas das infeces cirrgicas. A primeira prova de que as bactrias realmente causam doenas veio de Robert Koch em Koch, um mdico alemo, era o jovem rival de Pasteur na disputa para descobrir a causa do antraz, tambm conhecido popularmente como carbnculo, uma doena que estava destruindo os rebanhos de gado e ovelhas da Europa.

Koch descobriu uma bactria em forma de basto, hoje conhecida como Bacillus anthracis, no sangue do gado que morrera de antraz. Ele cultivou a bactria em meio nutriente e, aps, injetou amostras da cultura em animais sadios.

Quando esses animais ficaram doentes e morreram, Koch isolou a bactria de seus sangues e comparou essas novas bactrias com aquelas isoladas originalmente. Ele concluiu que as duas amostras continham a mesma bactria. Koch estabeleceu, ento, uma srie de procedimentos experimentais para relacionar diretamente um micrbio especfico a uma doena especfica. Esses procedimentos so conhecidos hoje em dia como os postulados de Koch veja a Figura Durante os ltimos anos, esses mesmos procedimentos tm sido de grande ajuda, provando que microrganismos especficos causam muitas doenas.

Os postulados de Koch, suas limitaes e suas aplicaes nas doenas sero discutidos mais detalhadamente no Captulo Rebecca C.

Um asterisco indica um vencedor do Prmio Nobel. A Idade de Ouro da Microbiologia assim chamada porque, durante esse perodo, numerosas descobertas levaram ao estabelecimento da microbiologia como cincia.

Vacinao Freqentemente, um tratamento ou uma medida preventiva desenvolvido antes que os cientistas saibam como funciona. A vacina contra a varola um exemplo disso. Em 4 de maio de , quase 70 anos antes de Koch estabelecer que um microrganismo especfico era o causador do antraz, Edward Jenner, um jovem mdico britnico, iniciou um experimento para encontrar uma maneira de proteger as pessoas contra a varola. As epidemias de varola eram muito temidas. Quando uma jovem que trabalhava na ordenha de vacas informou a Jenner que ela no contrairia varola porque j havia estado doente de vacnia uma doena muito mais amena que a varola ele decidiu testar a histria da garota.

Primeiro, Jenner coletou amostras das feridas de vacnia. Ele, ento, inoculou um voluntrio saudvel de 8 anos de idade com o material retirado das feridas de vacnia por meio de pequenos arranhes no brao do garoto com uma agulha contaminada. Os arranhes deram origem s bolhas, tpicas da doena.

Em poucos dias, o voluntrio estava medianamente doente, mas se recuperou rapidamente e nunca mais contraiu vacnia nem varola. O processo foi chamado de vacinao, da palavra latina vacca, significando gado.

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Pasteur deu esse nome em homenagem ao trabalho de Jenner. A proteo contra uma doena fornecida pela vacinao ou pela recuperao da prpria doena chamada de imunidade. Discutiremos os mecanismos de imunidade no Captulo Anos aps os experimentos de Jenner, em aproximadamente , Pasteur descobriu como funcionava a vacinao. Ele descobriu que a bactria que causava a clera nas aves domsticas perdia a capacidade de causar a doena perdia a virulncia ou tornava-se avirulenta depois que era mantida por longos perodos no laboratrio.

Entretanto, este e outros microrganismos com virulncia diminuda eram capazes de induzir imunidade contra infeces subseqentes de seus companheiros virulentos. A descoberta desse fenmeno forneceu a chave para o sucesso do experimento de Jenner com vacnia. Ambas, vacnia e varola, so causadas por vrus. Mesmo que o vrus que causa vacnia no seja um derivado do vrus da varola produzido em laboratrio, sua semelhana com o vrus da varola to grande que ele pode induzir imunidade para ambas as viroses.

Pasteur utilizou o termo vacina para as culturas de microrganismos avirulentos, utilizadas para inoculao preventiva. O experimento de Jenner foi o primeiro que ocorreu na cultura ocidental que utilizou um agente viral vivo o vrus da vacnia para produzir imunidade.

Na China antiga, os mdicos imunizavam seus pacientes pela remoo de escamas de pstulas ressecadas de pessoas que estavam sofrendo de casos moderados de varola, transformavam essas escamas em um p fino e inseriam esse p nas narinas das pessoas para serem protegidas. Algumas vacinas ainda so produzidas a partir de linhagens avirulentas de micrbios, que produzem imunidade contra as linhagens virulentas.

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Outras vacinas so feitas a partir de micrbios mortos, de componentes isolados dos microrganismos virulentos ou pelas tcnicas de engenharia gentica. Aps ter sido estabelecida a relao entre microrganismos e doenas, os mdicos microbiologistas direcionaram suas pesquisas para as substncias que poderiam destruir os microrganismos patognicos sem prejudicar os animais infectados ou os seres humanos.

O tratamento das doenas utilizando substncias qumicas chamado de quimioterapia. Esse termo tambm refere-se geralmente ao tratamento qumico de doenas no-infecciosas como o cncer. Os agentes quimioterpicos preparados de produtos qumicos em laboratrio so chamados de drogas sintticas. Os qumicos produzidos naturalmente por bactrias ou fungos, para atuar contra outros microrganismos, so chamados de antibiticos.

O sucesso da quimioterapia tem como base o fato de que alguns qumicos so mais venenosos para os microrganismos que para os hospedeiros infectados por esses micrbios.

A terapia antimicrobiana ser discutida detalhadamente no Captulo A Primeira Droga Sinttica Paul Ehrlich, um mdico alemo, foi o pensador criativo que disparou o primeiro tiro na revoluo da quimioterapia. Como estudante de medicina, Ehrlich especulou a respeito de uma bala mgica, que poderia combater e destruir um patgeno, sem prejudicar o hospedeiro infectado.

Ehrlich lanouse procura dessa bala. Em , aps testar centenas de substncias, ele encontrou um agente quimioterpico chamado de salvarsan, um derivado de arsnico, efetivo no combate sfilis.

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O agente foi chamado de salvarsan por ter sido considerado como salvao para a sfilis e por conter arsnico. Antes da sua descoberta, o nico composto qumico conhecido no arsenal mdico europeu era um extrato retirado da casca de uma rvore sul-americana, quinino, que havia sido utilizado pelos conquistadores espanhis no tratamento da malria. No final da dcada de 30, os pesquisadores haviam desenvolvido vrias outras drogas sintticas que podiam destruir microrganismos.

Muitas dessas drogas eram derivadas de corantes. Isso aconteceu porque microbiologistas procurando por uma bala mgica testavam rotineiramente os corantes sintetizados e produzidos para tecidos procurando propriedades antimicrobianas. Alm disso, as sulfonamidas drogas derivadas da sulfa foram sintetizadas no mesmo perodo.

Um Afortunado Acidente: os Antibiticos Em contraste s drogas derivadas da sulfa, que foram desenvolvidas deliberadamente a partir de uma srie de compostos qumicos industriais, o primeiro antibitico foi descoberto por acidente. Ciencia y tecnologia de los.

Entretenimento Dueto entre Roberto Carlos e Alejandro. Contributions, in si, may be sent to the Chief Editor or to the xx whose Guth, B.

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