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MUSICA CHORA VIOLA TIAO CARREIRO BAIXAR

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postado por Aurelia

MUSICA CHORA VIOLA TIAO CARREIRO BAIXAR

| Diversão

    Tião Carreiro e Pardinho - Chora Viola (Letras y canción para escuchar) - Eu não caio do cavalo nem do burro e nem do galho / Ganho dinheiro cantando a. Chora Viola - Tião Carreiro e Pardinho música para ouvir e letra no Kboing. Eu não caio do cavalo nem do burro e nem do galho / Ganho dinheiro cantando a viola é meu trabalho / No lugar onde tem sêca, eu de sêde lá não caio /.

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    Jean Reply to Jean. Você Vai Gostar — Sérgio Reis 3. Aspectos Melódicos A arte de pontear a viola. Passam de dez, creio que as cem melhores atingiria um universo mais real. Quinta-feira 1 de Agosto de Segunda-feira 29 de Julho de Rafael Duarte Reply to Rafael. Pedro Raimundo. Marco Antonio Reply to Marco. Ver letra completa. Errava e voltava, errava e voltava. Qual a importância? For that, the two first instrumental LPS of the artist, recorded in and , were musically analysed. Chamada a Cobrar. Como é que era isso? Ainda para facilitar a leitura, normalmente nas linhas dos violões, quando foi possível identificarmos uma forma de acompanhamento ou uma batida mais constante de um ritmo ou gênero, indicamos na partitura o nome do mesmo juntamente com a cifra dos acordes tocados. Normalmente nos momentos onde ocorre o canto, a viola permanece com a mesma rítmica e movimento melódico do segundo e terceiro compassos, utilizando respectivamente o segundo quando ocorre o acorde dominante V7 e o terceiro quando ocorre o acorde tônica I.

    Chora Viola - Tião Carreiro e Pardinho música para ouvir e letra no Kboing. Eu não caio do cavalo nem do burro e nem do galho / Ganho dinheiro cantando a viola é meu trabalho / No lugar onde tem sêca, eu de sêde lá não caio /. Chora Viola. Tião Carreiro e Pardinho. Letra. Eu não caio do cavalo nem do burro e nem do galho. Ganho dinheiro cantando a viola é meu trabalho. No lugar . Aprenda a tocar a cifra de Chora Viola (Tião Carreiro e Pardinho) no Cifra Club. B|/|. Eu não caio do cavalo nem do burro e nem do galhoGanho dinheiro cantando a viola é meu trabalhoNo lugar que tem sêca, eu de sêde lá não caioLevanto de.

    Hoje é dança desaparecida em quase toda parte Cana-verde é um gênero caipira que originalmente incluía a dança e versos improvisados. O violeiro Rui Torneze nos relatou em conversa que alguns dos arrasta-pés gravados por Tonico e Tinoco, antes eram tocadas como cana-verde pela própria dupla.

    Sobre a polca, Cascudo , p. Entre as duplas, uma das que mais gravou arrasta-pés foi Tonico e Tinoco. Samba Caipira O samba caipira aparece grafado em duas faixas do primeiro LP instrumental. Portanto, este samba caipira pode ser entendido como uma leitura do violeiro sobre o gênero que ele reconhecia como samba. Outro gênero que se confunde com o samba caipira na discografia do violeiro é o chamado balanço.

    Em geral relacionado a populações negras. O canto pode ser improvisado ou tradicional. Nestes padrões também ocorre o uso das matadas produzindo ruído x como a batida da viola no pagode. Ele era roqueiro risos , o toque da viola dele era pesado, os trinados da viola dele Eu sempre achei que a dedeira dificulta um pouco e ele tirava um som maravilhoso!

    É mais cristalina a viola tocada com dedeira do que com unha. O ponteio da viola dele era muito bonito e o rasqueado também era muito dele. É a personalidade!

    Dentre outras classificações possíveis, grosso modo a pegada pode variar desde as mais leves e delicadas até as mais pesadas e vigorosas; desde as menos expressivas e mais lineares até as mais expressivas, torneadas e angulares. Almir Sater ainda comenta um pouco sobre o timbre, a qualidade sonora do violeiro quando menciona o uso da dedeira, recurso utilizado pelo violeiro que acaba auxiliando no destaque e volume de solos e ponteados feitos com o polegar e que produz uma sonoridade brilhante e cristalina, diferente do som das unhas naturais Ornamentos e Recursos Técnicos 6.

    Ligados Percebemos o uso de muitos ligados ascendentes e descendentes nos solos analisados. Apesar de ser um recurso que auxilia na falta das unhas, existem violeiros que mesmo sem usar unhas longas dispensam seu uso.

    O ligado também aparece em conjunto com os arrastes, mordentes e apojaturas. Como se sabe, os arrastes nos instrumentos de cordas com trastes como a viola, podem resultar musicalmente em portamentos ou glissandos, dependendo do quanto se faz ouvir as notas entre a nota de partida e a de chegada. Assim, o arraste é uma característica muito tradicional deste instrumento:.

    Estes arrastes deixam os trechos melódicos mais contínuos, mais legatos, menos segmentados. Esses arrastes longos aparecem tanto em forma de glissandos como de portamentos, ascendentes e descendentes, de velozes a lentos, em um ou dois pares de cordas.

    A apojatura também é um ornamento bastante utilizado pelo violeiro. Ele normalmente é ascendente e ocorre em um ou dois pares de corda. No exemplo acima, o acorde final seria o Bb, funcionando o mordente como um ornamento que sairia da terça maior para a quarta justa e retornaria à terça maior.

    No exemplo abaixo, o mordente é utilizado para ornamentar o fraseado melódico:. Toca a melodia em pizzicato com o polegar no quinto e quarto par, e as notas de preenchimento no segundo par com o indicador.

    Ou seja, enquanto o violeiro toca uma melodia, intercala suas notas com outras, percussivas, adicionando assim um preenchimento rítmico com timbre percussivo a estas frases:.

    Como vimos acima, os vibratos podem ocorrer tanto em um como em dois pares de corda. Elas consistem nas escalas diatônicas normalmente do modo maior, executadas em duas vozes com intervalos de terças ou sextas paralelas, obtidos sempre com o uso de dois pares de cordas. No trecho transcrito abaixo, o violeiro utiliza-se das digitações da escala de mi maior no pares.

    √ Testo | Testi canzoni | Chora Viola - Tião Carreiro e Pardinho su datarex.info

    Em boa parte dos solos e introduções do violeiro, verificamos a presença de motivos melódicos que se. No entanto, o violeiro também se utiliza das escalas maiores em pares simples como material para compor seus segmentos melódicos. Estas aparecem tanto no modo jônio como no mixolídio:. Por estas razões, acreditamos que o modo mixolídio é mais uma das características marcantes do estilo do violeiro.

    Acessado em Essa defasagem de uma colcheia ele vai recuperando em seguida, quando cria uma nova célula no segundo tempo do compasso que resolve na cabeça do próximo compasso.

    Outro elemento importante que identificamos, foram algumas adaptações de fórmulas de compasso presentes no segundo LP instrumental. Desta forma, verificamos que o violeiro demonstra desenvoltura e criatividade rítmica em ambos os LPs instrumentais.

    Como mencionamos, ocorre também o emprego em alguns de seus pagodes do modo mixolídio, o que gera harmonias mais modais utilizando tanto o V7 como o I7. Podem ocorrer tanto no segundo par como no primeiro e no terceiro, formando muitas vezes uma espécie de pedal no agudo. Retirando essa nota solta de preenchimento rítmico, observamos que a melodia principal na verdade ocorre sempre na primeira, segunda e quarta semicolcheia.

    Também é muito freqüente o uso dos pares mais graves soltos, como o quarto e quinto par. Esses pedais no grave e no agudo, além do papel rítmico importante, às vezes causam um efeito harmônico modal e de textura harmônica, na medida em que servem de pano de fundo para as melodias principais. Além disso, como vemos nos exemplos acima, muitas vezes essas cordas soltas acabam por desenhar melodias angulares, com saltos, ao mesmo tempo em que possuem pequenos trechos mais diatônicos formados pela melodia principal.

    Desta forma notamos que a melodia principal, somada aos preenchimentos de corda solta resultou em dois grupos de quatro semicolcheias. Isso provavelmente ocorre no intuito de buscar uma sonoridade mais cheia e completa rítmica, melódica e harmonicamente para o instrumento.

    Esses padrões, somados aos motivos melódicos construídos a partir das escalas maiores, escalas duetadas, uso de ligados e arrastes, resultam em boa parte dos seus solos. Ao que tudo indica, esta técnica vem desde os violeiros mais antigos das zonas rurais que, além disso, utilizavam somente o polegar e o indicador para fazer a maioria dos ponteados. No entanto, na maioria dos casos, eles utilizam esta técnica mais para tocar melodias juntamente com cordas soltas e acompanhamentos, usando inclusive o indicador no sentido descendente.

    Desta forma, o violeiro usa esta técnica sempre de uma maneira inteligente e musical, mostrando controlar as acentuações rítmicas quando escolhe o polegar para ressaltar as notas desejadas. Variações e improvisações. Nos sambas caipiras em geral, além destes elementos, o violeiro também utiliza de notas repetidas e percussivas como recursos para seus improvisos e variações. Desta forma. Seus toques de viola e seu estilo interpretativo relacionam-se com elementos musicais e técnicas como: ligados, arrastes, apojaturas, mordentes, staccatos, pizzicatos, notas percussivas, vibratos extensos, harmônicos, padrões, motivos e arpejos sobre as escalas duetadas, uso do modo mixolídio, cordas soltas de preenchimento, pedais, apoio no grupo de quatro semicolcheias, padrões de arpejos, alternância entre polegar e indicador, variações e improvisos.

    Cururu em Piracicaba. Piracicaba: O. Alleoni, Belo Horizonte: Editora Itatiaia, Uma melodia histórica: eco, cocho, cocho-viola, viola de cocho. Anjos Filho, Viola Cabocla. A viola caipira e as modinhas e lundus luso-brasileiros. Sonoridades Luso-Afro-Brasileiras. Lisboa, O que é folclore. Manual do Violeiro.

    Editora Ricordi Brasileira S. A, Pagode de cabo a rabo. Braz da Viola, Vaqueiros e Cantadores. Belo Horizonte, Itatiaia-Edusp, Heloísa P. Lessa, Cunha; Maria Cecília Q. Os Parceiros do Rio Bonito. Portugal além. Viola Caipira. Brasília: Editora Viola Corrêa, A arte de pontear a viola. Brasília, Curitiba: Editora Viola Corrêa, Côrtes, Almir. O estilo interpretativo de Jacob do Bandolim.

    Viola brasileira e suas possibilidades. A theory of musical genres: two applications. Rio de Janeiro: Paz e Terra, Celebrações populares paulistas: do sagrado ao profano. Barcelona: Editorial Labor, S. Abecê do Folclore. Estudo sobre a viola. O Perfil de Baden Powell através de sua discografia. Rio de Janeiro, A dupla linguagem na cultura caipira. Instrumentos musicais populares portugueses. Questões de uma antropologia sonora. Acesso em: 30 Jan Mímeo, London: Macmillan, Os 70 anos do Pelé da viola.

    As Folias de Reis no Sul de Minas. Escola Razonada de la Guitarra. As Congadas no Brasil. Feitiço decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. UFRJ, A moda é viola: ensaio do cantar caipira.

    Discografia Brasileira 78rpm Acesso Viola campaniça: o outro alentejo. O Desafio Calangueado. Viola Instrumental Brasileira. Rio de Janeiro: Artiviva Editora. TAGG, Philip. Para que serve um musema? Universidade de Montreal. Texto original do autor: Lisboa, Editorial Caminho. Tonico e Tinoco: Da beira da tuia ao teatro municipal.

    Cancioneiro de viola caipira, vol. Cadernos do Colóquio. Viola de pinho ou laqueada. Campinas: Mímeo, O caipira e a viola brasileira. Do Velho se Faz o Ovo. Campinas, Pela porta da frente. Acessado em novembro Na toada da viola. ZAN, José Roberto. Viola Nova. Salvador, novembro de Motivo Editorial Revista Viola Caipira.

    Rio de Janeiro: Acessado de a Acessado em dezembro Chora Viola. Acesso e Acessado em junho de LP relançado em CD. Rei do Gado. Meu Carro é Minha Viola. Casinha da Serra. Linha de Frente. Repertório de Ouro. Os Reis do Pagode. Boi Soberano. Pagode na Praça. Rancho dos Ipês. Encantos da Natureza. Em Tempo de Avanço. Abrindo Caminho. A Caminho do Sol. Modas de Viola Classe A. Esquina da Saudade. Modas de Viola Classe A - vol. Duelo de Amor. Rio de Pranto. Rancho do Vale. Terra Rocha.

    Viola Divina. Golpe de Mestre. Pagodes vol. Prato do Dia. Modas de Viola Classe A - vol 3. Navalha na Carne. No Som da Viola. Modas de Viola Classe A - vol 4. Estrela de Ouro. Para mais detalhes sobre as representações e os símbolos específicos para a viola caipira, favor consultar Corrêa Ainda para facilitar a leitura, normalmente nas linhas dos violões, quando foi possível identificarmos uma forma de acompanhamento ou uma batida mais constante de um ritmo ou gênero, indicamos na partitura o nome do mesmo juntamente com a cifra dos acordes tocados.

    Isso ocorre provavelmente devido à natureza dessa batida ser despreocupada com esse detalhe. Os violões 2 R e 3 R , a partir do compasso 33, tocam o ritmo do cipó-preto utilizando normalmente a batida abaixo, além das duas variações:.

    Os padrões rítmicos utilizados pela zabumba foram transcritos até o compasso 9. Desde ponto em diante, a zabumba segue alternando e improvisando sobre esses padrões. Essas convenções tem sua rítmica transcrita na partitura. Isso ocorre provavelmente devido ao tipo da batida ser despreocupada com esse detalhe. Desse ponto em diante, ele segue da mesma forma improvisando sobre a harmonia tocada pelos violões 2 e 3. Os violões 2 e 3 foram gravados no mesmo canal da direita R , por isso, foram transcritos juntos em um mesmo pentagrama, pois fica difícil distinguir um do outro.

    Como foi provavelmente um problema técnico, optamos por transcrever o compasso inteiro normalmente, completando a idéia musical desse trecho que sempre se repete da mesma forma como nos compassos 6,14,39, 47, 72 e Eles normalmente dobram a batida do cipó-preto seguindo a harmonia transcrita na partitura. Em alguns momentos, enquanto um mantém o acompanhamento rítmico seguindo a harmonia, um deles toca linhas melódicas arranjadas em vozes paralelas ou em contraponto com a viola.

    Essas linhas foram transcritas na partitura. Warner Music Brasil. No meu documento, eu fui registrado cinco meses depois, no dia 5 de março de J — E como foi esse encontro de vocês?

    L — Esse encontro foi em Campinas. O programador era, e ainda é, o Fauze Cansi. Ele ficou sem pai muito cedo. E ali, ficaram pouco tempo, a avó dele foi morar em Flórida Paulista, o pai faleceu e eles foram morar em Valparaíso. Mas isso fiquei sabendo depois que a gente se conheceu. Mas ele superou tudo isso e quando ele começou a Ele foi gravar o primeiro disco com 32 anos de idade. Isso porque eles cantaram e a turma gostou. E ele acompanhou o circo.

    J — Isso foi um erro? J — E nessa primeira primeira fase ele também fez dupla com o Carreirinho chegando a gravar alguns discos L — É, isso foi logo quando começou.

    J — Zé Carreiro e Carreirinho faziam muito sucesso? L — Sim, eles faziam muito sucesso. Aí voltou as duas duplas originais. Isso era uma coisa que a gravadora impunha para ele? Como é que era isso? Quem definia os repertórios? O Teddy era uma espécie de Primeiro porque ele foi o maior compositor da história.

    Teddy Vieira era uma pessoa que ajudava todo mundo, sem esperar nem muito obrigado, um homem exemplar. Eram bons cantores, com talento próprio e estilo próprio. L — Tinha, mas eles davam certa liberdade, porque as duplas eram muito boas. J — Isso em que época? Aí deu um certo problema. Até nome dos artistas saía errado. Mas as duplas conhecem os ritmos, quando falam que é aquilo é aquilo mesmo.

    Porque isso ocorria? L - Aí dependia da gravadora, se a gravadora queria baixar custo Por exemplo, quem gravou os violões? Porque na época tinha o Zé do Rancho, que acompanhava. J — Os discos foram gravados em e Com certeza, foi esse o pessoal da base. L — Notadamente, o Escurinho.

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    Era o preferido. J — E na viola? L —Muitas vezes. Ele estava criando e me chamou para ver. Ele ficava criando, às vezes, o dia inteiro batendo naquilo. Errava e voltava, errava e voltava. Ele errava e fazia, às vezes, ficava dois dias para aprontar. Mas ele levava um dia ou dois pra criar a forma. Ele fazia nota por nota. Ele tinha um critério profissional espantoso. Essa viola que ele tocava, tocava com amor. Mas só, o resto J — Mas era sempre assim?

    Porque tem muito folclore. Porque trombar com a história é quebrar a cara, com certeza. Esta pode ter sido tocada pelo Bambico? L — Nessas gravações, tudo que você ouve de viola foi o Bambico que fez. L — Bambico chegou mais ou menos em , por aí. Ele gravou com o Bambuê na época. L — Nessa época eu estava começando. Conheci também o Bambico, conheci o pessoal todo. J — O senhor cantava nessa época e circulava no meio desse pessoal?

    J — E a origem do pagode? Na hora, o Carreirinho sugeriu que desse o nome de pagode. É verdade isso? J — Tinha também o Poly Mas ele gravou mais com Tonico e Tinoco. Ele tinha a banda dele. Pra falar que o primeiro pagode foi com o Carreirinho ficava meio quebrado.

    Mas todo mundo que viveu na época, sabe que o mérito do pagode também é do Carreirinho. L — Veja bem. Primeiro vamos falar da vestimenta, depois dos discos. A vestimenta, quando tudo começou, era camisa xadrez, chapéu de palha, lenço no pescoço, da época do Cornélio Pires. Tonico e Tinoco também usaram assim, o Vieira e Vieirinha Aí passou todo mundo a usar, o Silveira e Barrinha, o Moreno e Moreninho.

    Mas foi tudo influência da hora. Tanto que depois o Pedro Bento e Zé da Estrada adotaram a vestimenta mexicana que até hoje eles usam. Depois aboliram essas vestimentas extravagantes, exóticas e passaram a usar roupas normais, paletó, gravata, camisa social, conjunto. Pedro Raimundo. Assim como o chapéu do cangaceiro só ficava bem pro Luiz Gonzaga. E o chapéu de palha foi ficando esquecido. Apareceu o chapéu de feltro, de outros materiais. Eles gravaram um LP com uma camisa igual a essa.

    L — Isso, mais americanizado J — Mas na década de 80, os discos tinham um pouco mais de arranjo, tem disco que chega a ter até maestro, o maestro Marinho e arranjos para violino, outras coisas, com repertório mais romântico L — Nessa época, nem Tonico e Tinoco iam.

    Para você ver o preconceito. Esse povo derrubou todas essas barreiras. J — Isso foi quando? Mas, dois anos depois, o governador Paulo Maluf, que pode ter todos os defeitos que tem, mas nesta parte temos que agradecer ao Sr.

    E esse programa é o que tem dado oportunidade. Mas, infelizmente, é o Brasil inteiro para um programa só. Um programa que o Zico, do Zico e Zeca, que lançou nas quartas-feiras e pegou. Era das 20h às 20h30 com o Edgard de Souza, aí das 20h30 às 21h com Carlos Alberto e outra linha das 21h às 21h30 com o Oscar Martins.

    Isso foi entre e , quando eles foram para a Record. A linha com o Edgard é mais velha, começou em J — E todas as duplas tinham programas fixos? L — Nem todos, só os mais famosos.

    Tinha LP que de oito, dez modas eram sucesso. Na época, quem fez aquela sanfona foi o Meirinho. Aí ele desafinou a sanfona e deu aquele som diferente uqe.

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    Aí explodiu o sucesso. J — Como eram os contratos dos discos com a gravadora? A dupla ganhava pela vendagem? L — O contrato era só pra o artista ficar preso na gravadora. Quem ganhava dinheiro mesmo com a vendagem era a gravadora.

    A gravadora faz um contrato e o artista ficava preso com ela. O Tonico e Tinoco ficaram trezentos anos na Continental. L — Foi mais ou menos em J — E eles pagavam como os valores sobre vendagem? L — Por trimestre. J — Quem eram os diretores das gravadoras? O pardinho que fez cinco ou seis só. L — Também com as gravações. Faz 14 anos que ele morreu e continua vendendo. Ele ganhava muito dinheiro com shows, viajava bastante. J — Ele viajava o Brasil inteiro? L — Aquela era a época do circo. Como o Tonico e Tinoco, se eles quisessem trabalhavam de segunda à segunda.

    J — Isso ocorria na década de 70? Era assim mesmo? L — Também. Ele chegou a comentar com o Sr. L — As duas coisas. Ele tinha interesse em fazer. J — Dentro da gravadora, ele teve liberdade de gravar esses LPs instrumentais? L — Teve. Ele só falava e a gravadora aceitava. J — E a dupla com o Paraíso? Queriam o Pardinho?

    J — E o Bambico, gravou somente um disco instrumental? J — E como ele veio a falecer? L — O Bambico, quando eu conheci, pesava uns kg, depois ficou daquele jeito. Ele morreu com diabetes. Ele sofreu muito com essa doença. J — Eles gravavam juntos ou separados? O Pardinho gravava em outro dia. Como foi isso? L — Mentira das mais deslavadas possíveis! Tudo intriga! J — Como foi a trajetória da viola e dos violeiros desde o início das primeiras gravações em disco?

    L — A viola começou de forma amadora, com a turma do Cornélio Pires. J — Ele gravava com quem? Formaram uma dupla instrumental muito boa.

    Esse Laurípio foi quem morreu com o Teddy Vieira no acidente de carro, em Um ano depois chegou o Bambico e a coisa veio vindo assim. O respeito que a viola tem hoje, deve a essas cinco pessoas.

    Tinha ídolos? Nasci em 27 de novembro, de Vou fazer 70 anos. J — O senhor é natural de onde? M — Eu nasci no município de Piracicaba, meu pai registrou em Conchas, tem o rio Tietê que passa, ele atravessou do outro lado. Eu sou conterrâneo do Donizete, do Antonio Gomide, esse pessoal todo. Aí eles fizeram sucesso. E eu comecei muito cedo no meio, com doze, treze anos. Eu tive muita sorte, fugi da minha casa e fui viajar com o circo.

    E eu tive muita sorte. Quando comecei, nessa época, viajavam o Mariano e o Caçulinha. O Mariano, pai do Caçulinha era sócio do Nhô Pai no circo. Passou da conta. Tal qual Eduardo Costa, ninguém merece! Pode haver mais pessoas, digamos, menos fiéis ao blog. Essas 10 canções que relaciono devem ser as mais mais de todos os tempos.

    Importante dizer que daria para selecionar as melhores…. Penso que além dos rótulos pelas regravações o mais importante é manter viva essa nossa rica herança musical. Outra genial autoria de José Fortuna entre tantas. É bem dificil montar essa lista,tem muitas outras musicas boas,principalmente das duplas mais antigas como: Leo Canhoto e Robertinho,Abel e Caim,Lourenço e Lourival e por ai vai….

    Por que? A pergunta fica no ar. Gente parabens viu como é bom saber que muitas pessoas entende da verdadeira musica sertaneja nossa como muitos ai disseram é uma temeridade colocar só 10 tem muita coisa boa eu aprendi gostar de sertanejo qdo meus pais ouviam os imaos Bettio nossa como eram bons acredito eu acho que muitos acham o sertanejo bom mesmo é dos anos 90 pra tras sao verdadeiros hinos da musica sertaneja.

    Porém, vejo pessoas listando musicas que nada teem de sertanejo. Nova Iork, que musica é essa?????????? Abraços a todos. Que beijinho doce, foi ela quem trouxe de longe pra mim…. Joguei o lombilho no burro, o macho se estremeceu, apertei a barrigueira, o meu burro se encolheu.

    Estrada da vida. Cio da terra. Tristeza do jeca. Roupa de lua-de-mel. Nem dormindo eu consigo te esquecer. Chora peito. Brigas- Chrystian e Ralf. Temporal de amor. Festa de rodeio. Amargurado Boiadeiro herrante. Chico mineiro.

    Menino da porteira. Telefone mudo. As andorinhas. Duas camisas. Mas, valeu! Vamos fazer uma campanha para que a lista se aumentada de 10 para 20 canções. Dez é muito pouco. Mello ; Raiz Brasileira Juliana Andrade ;. Esse Vilson Guatapuma é dos bons, o homem entende do riscado.

    Nem sempre é assim. Muita gente confunde autor com intérprete. Telefone Mudo — err.. É isso!! Parece-me que tem gente brincando com nossa Cultura. Por favor, respeite nossa Cultura! O mundo sertanejo é muito bom, faz muita pessoa se emocionar, chorar, rir.

    Em fim se entregar às emoções. Rei do Gado 2.

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    Comitiva Esperança 3. Boi Soberano 4. Amor Distante 5. Pagode em Brasilia 6. Berrante da Saudade 8. Cavalo Enxuto 9. Caboclo na Cidade Tristeza do Jeca. Triste Berrante 5. Doce de Cidra 6. Tristeza do Jeca 7. Flor do Cafezal 8. Chico Mineiro. Tristeza do jeca 2. Ferreirinha 3.

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    Chico Mulato 4. O Rei do Gado 5. Fio de Cabelo 6. O Menino da Porteira 7. De Igual Pra Igual 8. No Rancho Fundo 9. Ainda Ontem chorei de Saudade Uma acordeonista maravilhosa que tocava com Luizinho e Limeira, formando o trio Luizinho, Limeira e Zezinha. Realmente fizeram enorme sucesso porque foram gravadas por duplas sertanejas de grande sucesso.

    O Cuitelinho. Casa de Caboclo. Pé de Cedro. A Gaivota — Léo Canhoto e Robertinho. Na hora do adeus — Matogrosso e Mathias 2. As Andorinhas — Trio Parada Dura 3.

    Meu Primeiro Amor — Joanna e Fagner 5. Dois corações e uma história — Zezé di Camargo e Luciano 7. Telefone Mudo — Trio Para Dura 8. Flor do Cafezal. Rio de Piracicaba. Vida Marvada. Menino da Porteira. Rancho Fundo. Xodó LP — Ramiro Vióla — Botucatu-SP. Estrada da vida Milionario e Zé Rico 2. A morte do Canoeiro 3. Burro Picaço 4. Menino da Porteira 5. Chalana 7. Acho impossível listar apenas Pedir só 10 é judiar demais, hahaha. Terra tombada. Fio de cabelo. Boate Azul. Ainda ontem chorei de saudade.

    Nova York. Vania, tem muita gente falando nessa tal de Boate Azul. Ouço musica sertaneja faz anos e nunca ouvi falar dessa. Existe mesmo isso? Pedro, é uma brincadeira? Talves top Nunca duvide de um conterrâneo de Teddy Vieira, saudoso itapetiningano. Em menos de 5 minutos revivi algumas que sempre ouvi e ainda ouço para matar a saudade. Passam de dez, creio que as cem melhores atingiria um universo mais real.

    Pense nisso e nessas que aí seguem:. Peço desculpas se me equivoquei, pois é mto subjetivo. Listar as dez melhores musicas sertanejas e tao dificil, pois temos um universo de otimas musicas neste campo,mas como sao apenas dez vamos la. Aí depois o Piunti vê qual mais convêm usar pro propósito de sua pesquisa provavelmente a primeira. Evidências — José Augusto Tocando em Frente — Renato Teixeira Romaria — Renato Teixeira Por que discutir entre as listas??

    Cada um tem a sua!! E Duplas , fiquem de olho nessas listas, isso é ótimo pra construir o melhor dos repertórios!!!!!! Eu ia acrescentar India de Cascatinha e Inhana, mas como quero eles presentes na lista e Flor do Cafezal apareceu algumas vezes ai, ficarei com ela.

    Fio de Cabelo 2. No Rancho Fundo 3. Evidencias 4. Pagode em Brasilia 5. Saudade da Minha Terra 6. Boate Azul 8. Pense em Mim 9. É o Amor.

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    Adoro musica sertaneja com bom arranjo instrumental, viola, e letras com poesias, sem essas coisas de muito caipira, gosto de sertanejo. Amo Sertanejo!!! Principalmente Estrada da Vida. Que progresso!! Ghost Writer, que criatividade hein cara! Massa isso q escreveu, difícil hein véi?? Dama de Vermelho Aguas Passadas. Majestade o Sabia. Obs: Nao desmerecendo os outro generos de musica , mais as moda de viola , sao as musica que vem de dentros do coracao , sao gostosa de ouvir e serem tocada………..

    Ora, minha boa Maraiza, com todo respeito: o que existe de sertanejo nessa lista? Bem, pelo seu recado final, você quer destacar as faixas a todo custo, né?

    Prossigam, tô fora. E outra se vc acha q os outros n conhecem nd so poq n é igual a vc. Mais n sei nem quem vc é…. Olhe esse vídeo é de arrepiar!! Sua mensagem é super bacana. Saudade da Minha Terra 2. Menino da Porteira 3. Chico Mineiro 5. Tocando em Frente 8. Estrada da Vida 9. É o amor No Rancho Fundo. Difícil escolher entre tantas canções e tantos momentos marcantes.

    Vou tentar fazer duas listas, sendo a primeira de importância e a segunda do gosto pessoal. Cuitelinho 4. Ferreirinha 7. Cabloca Tereza Você Vai Gostar — Sérgio Reis 3. Tocando em Frente — Almir Sater 5. Amora — Renato Teixeira Um verdadeiro hino! Por isso que eu amo esse blog! O André, sempre atencioso com os leitores do Universo Sertanejo.

    Além de comentar, nós podemos interferir nos posts, sensacional! E esse post, maravilhoso como sempre, André! A minha lista das 10 maiores musicas de todos os tempos. Chovendo Estrelas — Guilherme e Santiago.

    Amor de Violeiro — Eduardo Costa. Pense Em Mim — Leandro e Leonardo. Meteoro — Luan Santana. Dormi Na Praça — Bruno e Marrone. Tocando Em Frente — Almir Sater. Telefone Mudo — Trio Parada Dura. Citando apenas um exemplo: Tocando em frente. Nossa, que dificil!!! Pagode em Brasilia 2. Rei do Gado 3. Tristeza de Jeca 5.

    Estrada da Vida 8. Vestido de Seda 9. Fio de Cabelo De Igual pra Igual. Hummmmm, passei das dez ainda teria essa fera aí que é o Bruno. Essa lista é impossível de fazer, rsrs. Aqui temos a verdadeira musica sertaneja……o de hj sera esquecido amanha……. Acho que Pagode em Brasília representa o pagode como um todo. Saudade da minha terra pra mim é a maior de todas, mas pra ser a maior de todas, e sertaneja, tinha que ser algo lento.

    Minha futura caminha pet Reply to Minha. Amanda Reply to Amanda. Manormando Mello Reply to Manormando. Mateus Schaffer Reply to Mateus. Marcos Paulo Reply to Marcos. Baryibia-online Reply to Baryibia-online. Wanessa Silva Reply to Wanessa. Roger Yasukawa Reply to Roger. Julianny Ribeiro Reply to Julianny. Marineide Reply to Marineide. Tiago Carvalho Reply to Tiago. Acho que merece estar entre as Orleans Carvalho Reply to Orleans.

    Rodrigo Luciano Reply to Rodrigo. Nilton Luiz Reply to Nilton.