datarex.info
Baixe arquivos de milhares de arquivos para educacao
 

BAIXAR RAP DO CIRILO MSICA PERA

datarex.info  /   BAIXAR RAP DO CIRILO MSICA PERA
postado por Aurelia

RAP DO CIRILO MSICA PERA

| Diversão

    Letra e música de Pera Aí - Jean Paulo Santos (Cirilo) de Carrossel (Novela) - Tiúbi daun daun daun (3x) / Tiúbi daun daun daun daa / Wow wow wow. BAIXAR RAP DO CIRILO MSICA PERA - A violência muito bem resolvida, atores ótimos. As ações iniciaram com uma caminhada pelas ruas da cidade com as. Música comienza con letras © - , millones de canciones, millones de visitas en Agosto Hecho con amor en Belo Horizonte - Brasil.

    Nome: rap do cirilo msica pera
    Formato:ZIP-Arquivar
    Sistemas operacionais: MacOS. iOS. Windows XP/7/10. Android.
    Licença:Apenas para uso pessoal (compre mais tarde!)
    Tamanho do arquivo:54.52 Megabytes


    PERA DO CIRILO MSICA BAIXAR RAP

    Flores José A. Ximbinho K. Buzo Nelson A. Krafta funk do harry potter buscador de mp3, reune um imenso catalogo de links de outros site para voce baixar tudo em um so lugar. Assim, por exemplo, um Sanct us de Leonel Power3 uma composio a quatro vozes com o cantus firmus no tenor, que evolui frequentemente acima do contratenor. A festa começou a ser realizada emcom cerca de convidados. Curtis J. Hoje, ampliou o leque de exceções e tem topado outros convites. As quintas descendentes sugerem a trompa de uma sentinela anunciando a aproximao de tropas inimigas. O confronto valeu pela segunda rodada da Copa Santa Catarina. Mejía A. Howard Entwisle J. Os que lia m a literatura antiga interrogavam-se sobre o facto de a msica moderna no desperta r neles paixes diversas, semelhana do que se dizia suceder com a msica da antiguida de. A tcnica do fauxbourdon era usada principalmente na composio dos cGnticos mais simp les do ofcio hinos e antfonas e dos salmos e textos semelhantes aos dos salmos, como o Magnificat e o Te Deum. A msica no ducado da Borgonha Os duques da Borgonha, embora vassalos feudais dos reis de Frana, tinham um poder praticamente igual ao dos seus suseranos. Deu pra dar uma assentada, renovar algumas ideias, ter muita vontade de voltar. Cipriani S.

    BAIXAR RAP DO CIRILO MSICA PERA - A violência muito bem resolvida, atores ótimos. As ações iniciaram com uma caminhada pelas ruas da cidade com as. Música comienza con letras © - , millones de canciones, millones de visitas en Agosto Hecho con amor en Belo Horizonte - Brasil. MUSICA DO CIRILO DA NOVELA CARROSSEL BAIXAR - Chamada merchandising de chocolate em Amei esse rep adorei to louca que lançem Pera Aí – Jean Paulo Santos (Cirilo) – Carrossel (Novela) – VAGALUME. RAP DO CIRILO MSICA PERA BAIXAR - Leoas da Serra recebem homenagem da Clube FM. Business Park pronto para seguir às próximas fases. Mais de Easy way to take and get it music free Pera Cirilo Carrossel mp3 download. Canção Rap do Cirilo: Musica Perai, cenas marcantes com Maria Joaquina.

    MSICA PERA CIRILO BAIXAR RAP DO

    Escola de Artes faz rematrículas. O Órion é parceiro de ações ligadas à prefeitura, como o Programa Cidade Empreendedora, desenvolvido entre o Município e o Sebrae. Urubici msoca Festa das Hortaliças. Os livros estavam jogados pelos cantos, como se alguém tivesse feito uma varredura. Faltam 2 dias para o Encontro dos Amigos Michelle conheceu Tancredo na segunda passeata feita na Rocinha para exigir respostas sobre o caso. O Colorado Lageano começa sua caminhada no estadual no dia 17, em Lages, contra o Avaí.

    De acordo com a Procuradoria Geral do Fap, a escala que crilo agentes estavam fazendo era ilegal. Msjca Semana Nacional do Trânsito em Lages. Outra grande parte ciirlo fantasia. Me sinto muito de passagem aqui. O passado pontilhado de lembranças difíceis certamente impulsionou Tancredo a trilhar seu caminho.

    BAIXAR RAP DO CIRILO MSICA PERA

    As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo, dessa vez em Joinville. Postes de concreto começam a ser retirados do Centro de Lages. Ciilo da entrada da Rua Correia Pinto é retirada. Dava uma boa folha penal. Com o resultado, o Inter foi a 7 pontos e permaneceu na vice-liderança do grupo A Polícia Militar faz treinamento com o Bope.

    Carnê do Citilo também pode ser acessado via internet, para as duas formas de pagamento: Aquilo que eu estava lendo era o que mais se aproximava da realidade, pra mim. Acho que é assim que me sinto no mundo também, meio msiica. Prefeitura estimula agricultura familiar no perímetro urbano de Lages.

    A ideia para decidir sobre o método de escolha partiu de um amigo de seu pai, o advogado Cyro Kurtz. Abertas as inscrições para o Prêmio Professores do Brasil As disputas iniciaram em abril com mais de jogos e 1. O Fecart faz parte da Semana Epra, de 14 a 22 de setembro. Laurence Feininger ed. Edies de compositores individuais. Bukofzer ed. Guillaume Dufay, Opera omnia, H. Besseler ed. Gerber, Das Chorwerck, 9 e 49, Leitura aprofundada Generalidades Uma excelente panormica da msica renascentista o livro de Howard M.

    Iain Fnlon ed. Msica inglesa Sobre a importGncia do manuscrito W1, v. Sobre o cGnone Sumer is icumen in, v. Sobre o fauxbourdon, v. Ann B. Para uma panormica concisa da msica de Dunstable, v. Sylvia W. O grande nmero de missas inglesas explicado em G.

    Reaney, "The social implication s of polyphonic mass music in fourteenth-century England", MD, 38, , Fallows, "Two more Dufay songs reconstructed", EM, 3, , , e 4, , Wrigth, "Dufay at Cambrai: discoveries and revisions", JAMS, 28, , 1 , e GLHWM, 4, d-nos a conhecer a actividade do compositor nos ltimos 35 anos da sua vida num importante centro religioso, integrando essa actividade no seu contexto social -- muitos documentos em latim e traduzidos.

    Msica profana H. John W. Bent, "The songs of Dufay: some questions of form and a uthenticity", EM, 8, , ; sobre o uso de textos, D. Ward, "The polyphonic office hymn and the liturgy of fifteenth century Italy", MD, 26, , Sobre L'homme arm, v.

    Allan W. Musica ficta: M. Bent, "Diatonic ficta", EMH , Tonalidade: D. Co m o desaparecimento definitivo do cravo da orquestra sinfnica no final do sculo, a responsabilidade de dirigir o conjunto passou a caber ao primeiro violino. A or questra sinfnica do scul xviii era muito menor do que a actual.

    DO BAIXAR CIRILO MSICA PERA RAP

    Em a orquestr a de Mannheim compunha-se e vinte violinos, quatro violas, quatro violoncelos e quatro contrabaixos, duas flautas, dois obos e dois fagotes, quatro trompas um tr ompete, e dois timbales; mas tratava-se de um agrupamento excepcionalmente numer oso.

    A orquestra de Haydn, entre e , raramente contou com mais de vinte e cinco executantes, incluindo cordas, flauta, dois obos, dois fagotes duas trom pas e um cravo, a que ocasionalmente se juntavam trompetes e timbales. Mesmo na dcada de , as orquestras de Viena no ultrapassavam, normalmente, os trinta e c inco executantes. A orquestrao sinfnica habitual nesta poca confiava todo o material musical fundamental as cordas, e utilizava os instrumentos de sopro apenas para dobrar, reforar e preencher as harmonias.

    Por vezes, na execuo das peas, acrescenta vam-se madeiras e metais a orquestra mesmo quando o compositor no escrevera parte s especficas para eles.

    Um compositor notvel de msica de cmara des ta poca foi Luigi Boccherini , que trabalhou principalmente em Madrid; a sua obra inclui cerca de quintetos de cordas, quartetos de cordas e 6 5 trios de cordas, alm de outra msica de cmara e orquestral. Um tipo diferente de msica, destinado principalmente a execuo ao ar livre ou em oca sies informais, era a serenata veneziana que, tal como o divertimento, a cassao e o nocturno, constitua uma forma intermdia entre a suite orquestral barroca e a sinf onia clssica, compunha-se geralmente de cinco ou mais andamentos, muitos dos quai s em rtmos de dana, mas sem nenhuma ordeno previamente estabelecida.

    Tais peas eram e scritas exclusivamente para instrumentos de sopro, ou exclusivamente para cordas , ou para uma combinao de ambos; conservavam na medida e no ritmo um certo sabor p opular, e no deixaram de exercer influncia sobre o estilo da sinfonia clssica viene nse. Foram historicamente importantes porque familiarizaram os compositores com a sonoridade da msica de conjunto sem baixo contnuo, elemento cuja eliminao contitui u um passo fundamental na evoluo do quarteto de cordas clssico.

    Antes de Haydn, o compositor que mais relevo deu a independncia das quatro vozes dos instrumentos de cordas, dando origem ao verdadeiro estilo do quarteto de cor das, foi Franz-Xaver Richter , em particular no seu Opus 5, publicado e m Londres em , embora tenha provavelmente sido escrito antes de O emin ente violinista Karl Ditters von Dittersdofr , refere na sua autobiogra fia que tocou os quartetos do Op.

    El e tocou o violoncelo, eu o primeiro violino, o meu irmo mais velho o segundo e o mais novo a viola. A meio do espectculo bebemos um caf carssimo, para o torrarmos q ueimmos a bela lata que o trazia. Divertimo-nos imensamente. Enquanto a exposio do tema, com o seu contra-tema, constitui a seco principal na tn ica comp.

    A seco final regressa por momentos ao e stilo fugado antes de se dissolver em estruturas cadenciais comp.

    PERA MSICA RAP BAIXAR CIRILO DO

    A seco do desenvolvimento comp. O quarteto de cordas atinge uma maturidade precoce nesta exc elente pea de Richter. A tragdie lyrique francesa resistiu a mudana neste perodo, e o estilo global da pera veneziana sobreviveu ainda por bastante tempo na Alemanha;.

    A nova pera italiana, que viria a dominar os palcos de toda a Europa no sculo xviii, foi um produto das me smas foras que remodelaram todos os outros gneros musicais na era das Luzes. Prete ndia ser clara, simples, racional, fiel a natureza, universalmente cativante e c apaz de agradar ao seu pblico sem lhe causar uma fadiga mental desnecessria.

    O art ificialismo de que em breve se revestiu, e pelo qual veio a ser rotundamente con denada pelos crticos dos ltimos decnios do sculo, ficou a dever-se em parte a meras convenes ultrapassadas do perodo anterior e em parte a escrecncias fortuitas. As suas obras, regra geral, abordavam um conflito de paixes humanas num enredo baseado num ou n outro relato de um autor da Antiguidade grega ou latina; recorriam ao elenco hab itual de dois pares de namorados e uma srie de figuras secundrias, incluindo com b astante frequncia uma personagem muito apreciada no sculo xviii, o "tirano magnGni mo".

    O desenrolar da aco permitia introduzir cenas variadas -- episdios pastoris ou guerreiros, cerimnias solenes, e assim por diante -- e a resoluo do drama passava muitas vezes por um acto de herosmo ou pela sublime renncia de uma das personagens principais. Estas peras dividiam-se em trs actos, quase invariavelmente estrutura das atravs da alternGncia de recitativos e rias; a aco desenvolvia-se, atravs do dilog o, nos recitativos, enquanto cada ria representava aquilo a que podemos chamar um monlogo dramtico, onde um dos actores da cena anterior formulava sentimentos ou c omentrios relativos a situao ento criada.

    Ocasionalmente, havia tambm duetos, mas era m bastante raros os conjuntos vocais mais numerosos; os coros eram ainda mais ra ros e sempre muitos simples. Salvo na abertura, a funo da orquestra consistia quase apenas em acompanhar os can tores. O recitativo normal tinha relativamente pouca relevGncia musical e s era a companhado pelo cravo e por um instrumento baixo de apoio.

    Os recitativos acompa nhados ou obbligato, reservados para as situaes dramticas mais importantes, utiliza m uma alternGncia livre de voz e orquestra. Com estas excepes, o interesse musical da pera italiana centrava-se nas rias, que os compositores do sculo xviii criaram numa profuso e variedade assombrosas. A partir de meados do sculo, tornaram-se mais frequentes as rias num nico andamento, geralmente uma verso alargada da primeira pa rte de uma ria da capo, com uma estrutura tonal anloga a da sonata e com ritornell os orquestrais, a semelhana do concerto.

    A concentrao das atenes na ria, considerada como o nico ingrediente musicalmente relev ante da pera, abriu caminho a muitos excessos. O esquema da alternGncia regular d e recitativos e rias acabou por ser tratado com demasia rigidez. Os cantores, inc luindo os famosos castrati italianos sopranos e contraltos do sexo masculino , faziam exigncias arbitrrias aos poetas e aos compositores, obrigando-os a alterar, acrescentar e substituir rias, em qualquer espcie de respeito pela coerncia dramtic a ou musical das obras.

    Alm disso, os ornatos e cadenzas meldicas que os cantores acrescentavam a seu bel-prazer eram muitas vezes simples exibies inspidas de acroba cia vocal. Em foi publicada anonimamente embora saibamos que o seu autor f oi Benedetto Marcello uma stira famosa sobre a pera e tudo o que com ela se relac ionava, intitulada IL teatro alla moda O Teatro da Moda. Mesmo assim, s por vol ta de que os compositores italianos comearam a ensaiar algumas reformas impo rtantes.

    O incio da reforma opertica coincidiu com a ascenso do estilo expressivo e foi, tal como esse estilo, um sinal da influncia crescente das concepes da classe. Um dos compositores mais originais do novo estilo foi Giovanni Battista v. Hoje recordamo-lo principalmente pelos seus intermezzos cmicos, mas tambm escreveu importantes opere serie. Muitas vezes duas tonalidades so postas em contraste n o primeiro grande perodo, sendo o material da segunda tonalidade recapitulado na tnica para rematar o segundo grande perodo da seco da capo.

    O ritornello de uma ria t anto pode apresentar o material que ir depois ser cantado na tonalidade principal como o da tonalidade secundria, assim se assemelhando a exposio orquestral de um c oncerto.

    Deste modo, a msica vocal foi incorporando mtodos estruturais da msica ins trumental, da sonata e do concerto, o que continuou a acontecer ao longo de todo o sculo xviii. Em contrapartida, a melodia da voz que domina e impulsiona a msica ; a orquestra no acrescenta propriamente linhas vocais independentes, antes forne ce ao cantor um suporte harmnico. As melodias compem-se geralmente de unidades de quatro compassos, constituindo os dois primeiros uma frase antecedente e os dois segundos uma frase consequente.

    Quando o compositor se afasta desta frmula, para obter um efeito deliberado de desequilbrio. Entre os outros compositores que recorreram a este tipo de linguagem, refiram-se os nomes de Haendel, em peras tardias como Alcina e Serse, Giovanni Bononcini v. Hasse foi durante a maior parte da vida director music al e da pera na corte do eleitor da Saxnia em Dresden, mas passou muitos anos em I tlia, casou com uma italiana uma famosa soprano, Faustina Bordoni e adaptou um estilo musical absolutamente italiano.

    A sua msica o complemento perfeito da poes ia de Metastasio; a grande maioria das suas oitenta peras foi escrita sobre libre tos de Metastasio, alguns dos quais chegou a musicar duas e at trs vezes. Foi, em meados do sculo, o compositor mais popular e mais cumulado de xitos de toda a Euro pa, e as observaes de Burney acerca da sua msica revelam-nos as qualidades que lhe mereceram o apreo dos conhecedores:. Nunca perdendo de vista a voz, primeiro objecto de ateno num teatr o, jamais a sufoca com o linguajar erudito de uma multiplicidade de instrumentos e temas; antes toma o cuidado de lhe dar a devida importGncia, do mesmo modo qu e um pintor faz incidir a luz mais forte sobre a figura principal da sua tela A ria da capo no foi ab andonada mais foi modificada e outras formas passaram a ser igualmente utilizada s; rias e recitativos comearam a alternar mais flexivelmente, de forma a veicular a aco com maior rapidez e ralismo; passou a usar-se mais o recitativo obbligato; a orquestra tornou-se mais importante, quer em si mesma, quer ao acrescentar prof undidade harmnica aos acompanhantes; os coros, havia muito cados em desuso na pera italiana, voltaram a aparecer; e a generalidade dos compositores passou a opor u ma resistncia mais firme as exigncias arbitrrias dos solistas.

    Duas das figuras mai s importantes do movimento reformador foram Niccol? Jommelli e Tommaso Traetta. O facto de ambos estes italianos terem exercido a sua actividade em co rtes onde predominava o gosto francs -- Jommelli em Esturgarda e Traetta em Parma -- t-los- naturalmente influenciado no sentido de um tipo de pera cosmopolita. Nascido na Bomia , Gluck estudou com Sammartini na Itlia, visitou Londres, fez uma tourne pela Alem anha como maestro de uma companhia de pera, tornou-se compositor da corte do comp ositor em Viena, e conheceu o apogeu da glria em Paris sob o patrocnio de Maria An tonieta.

    Comeou por escrever peras ao estilo convencional italiano, mas veio a ser fortemente afectado pelo movimento reformador da dcada de Estimulado pelas ideias mais radicais da poca, colaborou com o poeta Raniero Calzabigi para levar a cena, em Viena, Orfeo ed Euridice e Alceste No seu p refcio e dedicatria a esta ltima obra, Gluck exprimiu a sua deciso de suprimir os ex cessos que at ento tinham desvirtuado a pera italiana ver vinheta e "confinar a ms ica a sua funo natural de servir a poesia na expresso e nas situaes da intriga", pond o de parte quer as convenes gastas da ria da capo quer o desejo dos cantores de exi bir os seus dotes em variaes ornamentais; alm disto, fazer ainda da abertura parte integrante da pera, adaptar a orquestra as exigncias dramticas e atenuar o contrast e entre ria e recitativo.

    A beleza simples que Gluck afirmava procurar tem um bom exemplo na clebre ria Che far? O que farei sem Eurdice?

    MSICA CIRILO BAIXAR PERA RAP DO

    O Alceste uma pera mais monumental, por oposio ao tom pred ominantemente buclico e elegaco do Orfeo. Tanto numa como noutra obra, a msica adap ta-se plasticamente ao drama, com recitativos, rias e coros conjugados em grandes cenas coesas.

    Gluck devolveu o coro, que durante muito tempo estivera fora de m oda em Itlia, um papel importante na esteira de Jommelli, que utilizou coros fin ais nas suas peras vienenses do incio da dcada de Gluck atingiu a maturidade com as suas peras Orfeo e Alceste, assimilando a graa i taliana, a seriedade alem, e a magnificncia imponente da tragdie lyrique francesa. Estava pronto para o clmax da sua carreira, que chegou com a estreia em Paris, no ano de , da pera Iphignie en Aulide Ifignia em Aulis.

    A atmosfera musical da capital francesa era tal que este acontecimento suscitou um extraordinrio interesse. A oposio crtica, havia muito latente, a antiquada pera fr ancesa, subsidiada pelo Estado, irrompera em numa batalha verbal conhecida por guerre des bouffons Guerra dos Bufes , assim chamada porque o seu pretexto i mediato foi a presena em Paris de uma companhia de pera italiana que durante duas temporadas teve um xito retumbante com as suas representaes de peras cmicas italianas opere buffe.

    Praticamente todos os intelectuais e candidatos a intelectuais f ranceses tomaram partido na contenda -- de um lado os defensores da pera italiana , do outro os amigos da pera francesa. Rousseau, um dos chefes de fila da primeir a faco, publicou um artigo em que defendia ser a lngua francesa intrisecamente inad equada ao canto, concluindo "que os franceses no tm msica nem podem t-la; ou, se a t iverem, muito pior ser para eles Em consequncia da sua campanha, a pera trad icional de Lully e Rameau caiu em desgraa; mas antes de Gluck entrar em cena no ap areceu nada para a substituir.

    Gluck apresentou-se habilmente, ou foi apresentad o pelos seus apoiantes, como desejando provar que era possvel escrever uma boa per a sobre um libreto em francs; afirmou-se desejoso de poder contar com o auxlio de. Rousseau para criar "uma melodia nobre, sensvel e natural A ssim apelava simultaneamente ao patriotismo e a curiosidade do pblico francs. Esta impressionante cena coral decorre nos espaos cavernosos do inferno, velados por um fumo escuro e espesso e iluminados apenas pelas chamas.

    H duas orquestras, uma para o ballet e coro das frias, outra de harpa e cordas para acompanhar a spl ica de Orfeu com sons semelhantes aos da lira. Gluck utiliza os novos e poderoso s recursos da orquestra sinfnica, as relaes tonais bem calculadas, e os acordes de stima diminuta e de dominante, em diferentes inverses, para criar uma das experinci as teatrais mais alterradoras e tensas de toda a histria da pera. O ballet das fria s inicia-se com unssonos enfticos em Mib, a tonalidade em que Orfeu comear a sua spli ca, que em breve se desenvolver, no entanto, modulando atravs de um labirinto de c romatismo e dissonGncia, at D menor, a tonalidade do coro, que veda o caminho a Or feu, impedindo-o de chegar junto de Eurdice.

    O ballet faz duas interrupes ameaadoras antes de Orfeu iniciar a sua ria, que pontuada pelas exclamaes em unssono do coro. Os coros seguintes vo-se tornando progressivamente menos hostis, a princpio em Mib menor, e depois, quando Orfeo passa, durante duas estrofes, a F menor, o coro d-l he o seu assentimento na mesma tonalidade, permitindo que se abram as portas do reino dos mortos.

    Iphignie en Aulide, com um libreto adaptado a partir da tragdia de Racine, foi um imenso sucesso. Pouco depois foram levadas a cena verses revistas de Orfeo e Alce ste ambas com textos franceses.

    Num despique maldosamente instigado com o popu lar compositor italiano Niccol? Picini , Gluck comp? Era uma obra de amplas propores, com um excelente equilbrio e ntre o interesse dramtico e o interesse musical, e que utilizava todos os recurso s da pera -- orquestra, ballet, canto solstico e coral -- para criar um efeito de grandiosidade trgica clssica.

    As clssicas de Gluck serviram de modelo as obras dos seus seguidores imediatos em Paris, e a sua influncia sobre a forma e o esprito da pera transmitiu-se ao sculo x ix atravs de compositores como o seu antigo rival Piccinni, Luigi Cherubini , Gasparo Spontini , e Hector Berlioz em Les Troyens.

    A pera cmica tomou formas diferentes nos diversos pases, embora tenha represent ado em toda a parte uma revolta contra a pera seria, a pera trgica italiana. Os lib retos da pera cmica eram sempre na lngua nacional, e a msica tendia igualmente a sub linhar a linguagem musical nacional.

    Depois de um incio de carreira modesto, a per a cmica ganhou importGncia crescente a partir de , e antes do final do sculo m uitas das suas caractersticas tinham j sido assimiladas pelo curso principal da co mposio opertica. A sua relevGncia histrica foi dupla: por um lado, a pera cmica respon deu a exigncia universalm de naturalidade da segunda metade do sculo xviii, e por outro foi o primeiro grande veculo do movimento no sentido do nacionalismo musica l, que viria a afirmar-se no perodo romGntico.

    IT-LIA -- Um importante tipo de pera cmica italiana foi o intermezzo, assim chamad o porque teve a sua origem no costume de apresentar breves interldios cmicos entre os actos de uma pera sria.

    Faça o download também: MUSICA JIGGA WHAT/FAINT BAIXAR

    Um dos primeiros mestres deste gnero foi Pergolesi ver pp. A sua a presentao em Paris, em , desencadeou a guerre des bouffons v. Escrit a apenas para baixo e soprano h uma terceira personagem muda com uma orquestra de cordas, a msica um exemplo acabado do estilo cmico vivo e espirituoso, no qual os compositores italianos ultrapassavam os do resto do mundo.

    Nawm -- Giovanni Battista Pergolesi, La serva padrona: Recitativo e Recitati vo obbligato, Ah quanto mi sa male; ria, Son imbrogliato io Esta cena, que comea com um dilogo entre Uberto e a sua criada Serpina, a que se s egue um monlogo de Uberto, revela a extraordinria capacidade da msica de Pergolesi para projectar o impacto dramtico do texto, que atravs do recitativo, simples ou o bbligato, quer atravs da ria.

    O dilogo, em que Serpina comunica a Uberto a sua inte no de casar com a personagem muda Vespone, um recitativo simples, acompanhado apen as pelo cravo.

    Quando Serpina sai, deixando Uberto sozinho, este fica a reflecti r sobre o que ela lhe disse. Quando as dvidas o assaltam, a orquestra encarrega-s e do acompanhante, tecendo comentrios de cada vez que ele hesita, a princpio com a cordes harpejados, depois mais nervosamente, com rpidos glissandos. Embora o reci tativo comece e termine em D maior, passando tambm no meio por esta tonalidade, a harmonia modula constantemente a Mib maior, F maior, R menor, L menor e Sol menor, mudando segundo o contedo do texto.

    A ria na forma da capo v. Pelo contrrio: h tantos motivos meldicos qua ntas as ideias e os estados de esprito do texto. O primeiro verso, composto num e stilo repetitivo e soando como uma estrutura cadencial em Mib maior, repete-se t rs vezes com a mesma melodia, o que permite sublinh-la aos ouvidos do pblico mas su gere tambm ao mesmo tempo a paralisia mental de Uberto.

    Uberto adopta depois um t om lrico, perguntando a si prprio se ser amor aquilo que sente. Mas assalta-o ento u m pensamento que lhe esfria os mpetos -- devia pensar em si prprio e nos seus inte resses -- e a melodia compe-se agora de notas lentas, pensativas, prolongadas, em F menor.

    Um breve ritornello, que reafirma a tonalidade de F menor, conduz a uma seco que modula de novo a Mib, recapitulando a letra e a msica dos seis ltimos verso s. Mas o texto e a msica do primeiro verso ficam de reserva at que, com a transfor mao da cadncia perfeita em interrompida, se fazem ouvir quatro vezes, preparando o regresso do tema das negras dvidas de Uberto.

    Um ritornello abreviado remata a pa rte da capo da ria.

    Pera Aí - Jean Paulo Santos (Cirilo)

    A seco intermdia utiliza alguns dos motivos musicais da primeira seco, em D menor e Sol menor, desenvolvendo material anterior em vez de apresentar msica contrastante. Uma das realizaes da pera italiana foi a sua explorao das possibilidades da voz de ba ixo, tanto na comdia pura como na pardia de outros estilos. Nas peras cmicas de Nico la Logroscino c. Estes finales de con junto no tinham paralelo na pera sria, e ao escrev-los os compositores eram obrigado s a acompanhar a evoluo rpida da aco sem perderem de vista a coerncia da forma musical.

    Tal desafio foi bem enfrentado por dois compositores napolitanos, Piccini e Gi ovanni Paisiello Entretanto, a partir de meados do sculo, e graas em boa parte ao dramaturgo italia no Carlo Goldoni , verificou-se um enriquecimento dos libretos da pera cm ica; comearam a surgir enredos de carcter srio, sentimental ou pattico, alm dos tradi cionais enredos cmicos.

    Reflectindo esta evoluo, a antiga designao de pera buffa foi s ubstitudo pela de drama giocoso -- literalmente, drama jocoso, embora o termo fos se utilizado com o sentido mais lato de drama ameno ou alegre, ou seja, no-trgico. O Barbiere di Siviglia O Barbeiro de Sevilha; ; de Paisiello, sobre a pea de Beaumarchais, constituiu um abordagem semi-sria de temas polticos ento actuais, enquanto a sua Nina tinha uma intriga exclusivamente sentimental. No conjunto, a per a bufa evoluiu muito, quer dramtica quer musicalmente, ao longo do sculo; Mozart s oube utilizar com proveito o seu legado, onde uma intriga cmica, srie ou sentiment al, se combina com um estilo musical vivo, flexvel e susceptvel de ampla aceitao por parte do pblico.

    Nasceu por volta de como uma forma modesta de divertimento popular, levado a cena nas feiras paroquiais, e at meados do sculo a sua msica baseou-se quase exclusivame nte em melodias populares vaudevilles ou em melodias simples compostas a image m desses vaudevilles. A visita dos bufes italianos a Paris em veio estimular a composio de opras comiques onde rias originais as chamadas ariettes , de estilo misto, franco-italiano, eram introduzidas a par dos antigos vaudevilles; as arie ttes foram gradualmente substituindo os vaudevilles, at que, no final da dcada de , estes acabaram por ser completamente postos de lado, passando toda a msica a ser composta de novo.

    Um dos compositores que merece referncia nesta dcada de tr ansio Gluck, que arranjou e comp? Rousseau, embora anos antes tivesse declarado que "os franc eses no podem ter msica", comp? Nawm -- Jean-Jacques Rousseau, Le Devin du village: cena 1, ria, J'ai perdu t out mon bonheur Inspirado pelo novo estilo meldico italiano, esta ria, cantada pela herona Colette, tem um fraseado claro, em grupos de dois compassos, uma harmonizao ingnua e um aco mpanhamento simples.

    A repetio constante de uma ideia bastante sedutora s interromp ida por uma seco na tonalidade dominante, que apresenta a melodia numa forma ligei ramente diferente. A melodia principal volta uma vez mais, em forma de rondeau, a seguir a um rcit, um interldio que vai buscar ao recitativo italiano a sua elocuo prxima da fala mas sem dispensar a ornamentao a maneira francesa. A opra comique francesa, como todas as formas nacionais de pera ligeira excepto a italiana, utilizava o dilogo falado em lugar do recitativo.

    Seguindo a tendncia ge ral europeia da segunda metade do sculo, a pera comique foi ganhando uma tonalidad e romGntica, e alguns dos libretos abordaram de forma muito franca as questes soc iais candentes que agitaram a Frana nos anos anteriores a Revoluo.

    Os principais co mpositores deste tempo foram Franois Andr Danican-Philidor ; tambm famoso c omo mestre de xadrez , Pierre-Alexandre Monsigny , e principalmente ms ico de origem belga Andr Ernest Modeste Grtry , cujo Richard Coeur-de-L ion Ricardo Corao de Leo; foi o precursor das muitas peras de "salvamento" co mpostas na viragem do sculo -- uma delas foi Fidlio, de Beethoven -- onde o heri, e m perigo de morte iminente durante dois actos e meio, acaba por ser salvo graas a o herosmo dedicado de um amigo.

    A msica de Grtry, nas suas cinquenta ou mais peras,. A opra comique, com a sua alte rnGncia de dilogo falado e trechos musicais, foi extremamente popular em Frana. Fl oresceu durante a Revoluo e o perodo napolenico e ganhou uma relevGncia musical aind a maior nas dcadas seguintes do sculo xix. Esta obra satirizava abertame nte a pera italiana ento em voga; a msica, tal como a das primeiras opras cominques, compunha-se principalmente de melodias populares -- ballads ou baladas -- com a lguns trechos parodiados de rias de pera conhecidas.

    A imensa popularidade das ballad operas na dcada de foi um sintoma de uma re aco geral do pblico ingls contra a pera estrangeira, esse "divertimento extico e irrac ional", como lhe chamava o Dr.

    Johnson -- reaco que, como j vimos, teve entre outra s consequncias a de desviar as atenes de Haendel da pera para a oratria nos ltimos ano s da sua vida v. O nico compositor de pera ingls do sculo xviii digno de meno foi Thomas Agustine Arne; tanto ele como outros compositores menores escre veram, at ao final do sculo, muitas peras cmicas sobre temas sentimentais e romGntic os.

    A ria de Macheath Pretty Parrot, say Diz, lindo papagaio; I Acto, Cena 13, -ria XIV apresentada no apndice a primeira edio do texto, vinda a lume em , como um a "nova cano, traduzida do francs". Ambas so em ritmos de dana: a primeira uma hor npipe, a segunda uma jiga. Outras melodias tradicionais so utilizadas no dueto de Macheath e Polly: O'er the hills and far away Para l dos montes, muito longe ; O What pain it is to part Oh, a dor da separao , cantado por Polly com a msica da cano escocesa Gin thou wer't my e'ne thing Gin, eras o meu companheiro fiel , e T he Miser thus a shilling sees O Mendigo assim v um xelim , cantado por Macheath com uma antiga melodia irlandesa.

    Algumas das canes tm um sabor pentatnico ou hexatni co. Os primeiros Singspiel em adaptaes de ballad operas inglesas, mas os libretistas em breve foram buscar material as peras cmicas francesas, tran duzindo-as ou adaptando-as, e os compositores alemes escreveram nova msica para es tes textos, num estilo nacional melodioso, familiar e atraente.

    Muitas das melod ias dos Singspiel setecentistas foram compilados em colectGneas de canes alems, ten do-se assim transformado praticamente, com o passar do tempo, em canes de reportrio popular. O mais importante dos primeiros compositores de Singspiel foi Johann A dam Hiller , de Leipzig. Na Alemanha do Norte, o Singspiel acabou por se fundir com a pera local do incio do sculo xix. No Sul, especialmente em viena, ganharam voga os temas e o tom burlesco, com msica viva e animada ao estilo popul ar, at certo ponto sob a influncia da linguagem da pera cmica italiana.

    Tpico composi tor vienense de Singspiel foi Karl Ditters von Dittersdorf, que hoje tambm record ado pela sua msica instrumental.

    O Singspiel alemo foi um importante predecessor d o teatro musical clssico de compositores como Mozart. O LIED -- Ao longo do sculo xviii escreveram-se em todos os pases canes solsticas, ca ntatas, e outros tipos de msica vocal profana no-opertica, mas neste domnio a asceno o novo Lied alemo que se reveste de particular relevGncia artstica.

    As canes dest a colectGnea eram pardias, no sentido setecentista da palavra; isto , as letras fo ram escritas para se adaptarem a msicas j existentes. Neste caso, os originais mus icais eram pequenas peas para cravo ou clavicrdio, na sua maioria em ritmos de dana.

    Depois desta foram editadas outras colectGneas anlogas de canes, umas parodiadas, outras com msica original. O centro mais importante de composio a partir de meados do sculo foi Berlim, onde J. Quantiz , J. Graun e C. Bach exe rceram a sua actividade de compositores. Os compositores de Berlim preferiam os Lieder em forma estrfica, com melodias num estilo natural, expressivo, prximo do d as canes populares, com uma nica nota para cada slaba; s eram permitidos acompanhamen tos muito simples, completamente subordinados a linha azul.

    Estas convenes, ditada s pelo estilo expressivo ento dominante, foram legalmente aceites durante o sculo xviii; mas acabaram por ter o efeito de impor ao Lieder restries arbitrrias, e os c ompositores imaginativos foram-nas transcendendo a pouco e pouco, tornando o gner o mais variado e dando uma maior relevGncia ou acompanhamento.

    Os principais com positores berlinenses do final do sculo foram Johann Abraham Peter Schulz e Johann Friedrich Reichardt ; entre os Lieder deste ltimo co ntam-se muitos sobre poemas de Goethe veja-se exemplo Na segunda metade do sculo publicaram-se na Alemanha mais de colectGneas de L ieder com acompanhamento de tecla, e este nmero no inclui os muitos Singspiel dest e perodo, que na sua maioria se compem de canes semelhantes aos Lieder.

    A produo conti nou abundante no sculo xix; quando Schubert comeou a escrever canes, em , tinha atrs de si uma longa e rica tradio, de que a sua obra veio a constituir um dos pont os mais altos. Exemplo Segura o rapaz com o brao, aperta-o bem, aquece-o. Meu querido filho, anda, vem comigo; belos jogos jogarei contigo. Alguns raros compositores dos pases catlicos prolongaram condignam ente a tradio antiga de Palestrina ou o estilo policoral de Benevoli; entre estes, podemos mencionar o mesmo espanhol Francisco Valls , de Barcelona, e o romano Giuseppe Ottavio Pitoni Mas a tendncia dominante consistiu em transferir para a igreja e as formas da pera, com acompanhamento orquestral, r ias da capo, e recitativos acompanhados.

    A lista dos principais compositores sac ros italianos quase idntica a dos principais compositores de pera do mesmo perodo. Mais ainda do que a missa e o motete, a oratria italiana praticamente deixou de s e distinguir da pera. Ao mesmo tempo, alguns compositores, em particular no Norte de Itlia e no Sul da Alemanha e da -ustria, chegaram a um compromisso entre elem entos conservadores e modernos, e este estilo misto -- influenciado tambm pelas f ormas sinfnicas instrumentais do perodo clssico -- esteve na base das composies sacra s de Haydn e Mozart.

    A msica sacra luterana sofreu um declnio rpido e acentuado aps a morte de J. As principais realizaes dos compositores da Alemanha setentrional situaram-se no. As oratrias escritas a partir de t raduzem uma certa reaco contra os excessos do estilo opertico.

    As melhores deste pe rdo foram as de C. Em Inglaterra, a influncia dominadora de Haendel parece ter desencorajado outras manifestaes de originalidade, e o nvel geralmente baixo da msica sacra s encontra exc epo nas obras de um pequeno nmero de compositores como Maurice Greene e Samuel Wesley Wesley, diga-se de passagem, foi um dos primeiros msi cos do seu tempo a reconhecer a grandeza de J.

    RAP CIRILO PERA DO BAIXAR MSICA

    Bach, e contribuiu bastante par a estimular a execuo da msica de rgo de Bach em Inglaterra. A segunda metade do sculo xviii no foi, de modo algum, um perodo de estagnao musical em Inglaterra; realizavam -se muitssimos concertos, e os msicos estrangeiros encontravam no pas um pblico capa z de os apreciar inteligentemente -- foi o caso de Haydn, que escreveu vrias das suas sinfonias mais importantes para o pblico londrino.

    Bibliografia ColectGneas de msica Msica de tecla A. Ricordi, , em 10 vols e suplementos. Uma seleco representativa numa edio de qualidade superior, org.

    Kirkpatric k, 18 vols. Nova Iorque: Johnson Reprint, Para um catlogo temtico completo , com incipits e concordGncias, veja-se a traduo alem revista do Domenico Scarlatti de Kirkpatrick Munique: Heinrich Ellermann, , vol.

    Uma valiosa seleco de composies setecentistas e oitocentistas de Alberti, Platti et al. Thirteen Keyboard Sonatas, ed. As obras completas para instrumento de tecla solista de C. Bach foram editad as em facs. Berg, 6 vols. Nova Iorque, Garland, ; catlogo temtico, ed.

    Wiesbaden, ; novo catlogo de E. Helm em preparao. Veja-se tambm Karl Geiringer, ed. Uma seleco das obras de Schobert est publicada in DdT, Vol. Msica sinfnica e de cmara. Uma vasta colectGnea de sinfonias, em partituras completas, de composito res diferentes, foi publicada sob a direco de Barry S. Esta colectGnea compe-se de 60 volume s em seis sries, A-F, cada qual correspondente a sua regio geogrfica, mais um volum e de referncia: Contents of the Set and Collected Thematic Indexes.

    Encontrar-se-o mais sinfonias dos compositores de Mannheim in DTB, vols. Riemann Nova Iorque: Broude Bros. Msica de cmara de Mannheim in D TB, vols. Sinfonias de compositores vienenses in DTOe, vols. The Symphonies of G. Sammartini, ed. Churgin Cambridge: Harvard University Pre ss, As obras completas de J. Bach foram editadas em facs. Warburton et al. Bach: , 48 vols. Nova Iorque: Garland, As principais peras de Gluck, comeando pelo Orfeo, foram publicadas numa edio sumptu osa org.

    Pelletan et al. Gerber Kassel: Brenreiter, Veja-se tambm DTB, vol. Hildesheim Para as obras de Pergolesi, veja-se a bibl. Nova Iorque, Para as ballad operas, veja-se W. Rubsamen, ed. Vejam-se tambm as canes in DTOe, vol.

    Encont rar-se-o facsmiles de peras alems e austracas in German Oper, , ed. Bauma nn Nova Iorque: Garland, A segunda parte do Vol. Jahr hundert Estugarda: J. Cotta, contm canes, na sua maioria extradas de co lectGneas do sculo xviii. Veja-se tambm DTOe, vols. Msica sacra vienense do final do sculo xviii publicada in DTOe, vols.

    A oratria de Hasse Lar Conversione di S. Agostino est em DdT, vol. Leitura aprofundada Importantes fontes de informao acerca da vida musical do sculo xviii so a General Hi. Foulis, ; reed. L ondres, Poole Londres: Eulenberg Books, Percy Scholes tam bm editou os dois livros de viagens de Burney sob o ttulo Dr. Sobre o ttulo galante, veja-se David A. Sheldon, "The Galant Style Revisited and Re-evaluated", AM 47 : , que analisa a etimologia e a aplicao do termo ao longo da histria.

    A obra de C. Bach, Versuch uber die wahre, das Clavier zu spielen foi public ada pela primeira vez em 1 Parte ; ed.

    Mitchell, sob o ttulo Essay on the True of Pl aying Keyboard Instruments Nova Iorque: Norton, baseia-se na primeira edio e nas edies revistas do sculo xviii. A autobiografia de Bach acessvel em ed. Newman in MQ 51 : A primeira edio de Versuch einer Anweisung, die Fl? Edward R.

    Sobre a sonata, veja-se William S. Sobre a sinfonia concertante, veja-se B. Brook, La symphonie franaise dans la s econde moiti du xviiie sicle, 3 vols. O Teatro alla moda, de Marcello, numa traduo inglesa anotada de Reinhard G. Pauly, est publicado em MQ 34 : , e 35 Filhos de Bach.

    Jean Paulo Perai Download Free Mp3 Song - Mp3tunes

    Para indicaes sobre as obras acerca da vida e msica dos filhos de Bach, ver. Bach Ann or, Mich. Westport, Conn. Dent; Nova Iorque: S. Dutton, , so estudos genric. Mueller von Asow, trad. Gollancz, ; F. Sternfeld, "Gluck's Operas and Italian Tradition". O artigo de Heatz analisa a in fluncia da teatro ingls na reforma da pera. Patricia Howard, comp. Bibliografia das obras impressas de Gluck org. Nova Iorque: Broude Bro s. Scarlatti A melhor obra sobre D. Scarlatti Domenico Scarlatti, de R.

    Kirkpatrick Nova Ior que, ; nova edio, Princeton: Princeton University Press, , um modelo de e rudio e perspiccia musical. Sobre o estado actual da investigao acerca de Scarlatti, veja-se Joel Sheveloff, "D. Scarl atti: Tercentenary Frustrations", MQ 71 : e 72 : Mas um repensar do papel da msica luz daquilo que podia ler-se nas obras dos antigos filsofos, poetas, ensastas e tericos musicais er a no apenas possvel, como at, na opinio de muitos, urgentemente necessrio.

    Os que lia m a literatura antiga interrogavam-se sobre o facto de a msica moderna no desperta r neles paixes diversas, semelhana do que se dizia suceder com a msica da antiguida de. O bispo Bernardino Cirillo v.

    Tanto os crticos como os defensores da msica moderna exprimi ram as suas opinies como reaco a um movimento a que se deu o nome de humanismo. Con siste ele num reavivar da sabedoria da antiguidade, em particular nos domnios da gramtica, da retrica, da poesia, da histria e da filosofia moral. Este movimento in citou os pensadores a avaliarem as suas vidas, obras de arte, costumes e estrutu ras sociais e polticas segundo os padres da antiguidade. Tanto o bispo Cirillo com o Zarlino deploravam o declnio da msica aps a poca clssica e desejavam ver de novo ig ualado o nvel das realizaes dessa poca.

    Mas, segundo os padres clssicos, as missas pol. No fu ndo, os dois autores no divergem tanto como pode parecer. Adrian Willaert, a quem Zarlino atribui o mrito de ter inaugurado uma nova idade de ouro, foi, na dcada d e , um dos pioneiros de uma nova tendncia para exprimir as emoes na msica, e Zar lino, no seu livro Le Istitutioni harmoniche, de , consagrou um captulo forma de exprimir eficaz e fielmente o esprito de um texto, adaptando a msica letra atr avs do contraponto1.

    O bispo Cirillo, no final da sua carta, louvava o madrigal A him, dov' 'l bel viso, de Arcadelt, vendo nele o arauto de um novo e expressivo es tilo musical. Arcadelt era, tal como Willaert, um compositor flamengo que se ins talara em Itlia, atrado pela generosa proteco dos prncipes e das igrejas. O humanismo foi o movimento intelectual mais caracterstico do perodo a que os hist oriadores chamam o Renascimento.

    Afectou a msica relativamente mais tarde do que alguns outros domnios, como, por exemplo, a poesia e a crtica textual literria, mas o hiato no foi to grande como, por vezes, se chegou a concluir. A leitura do trat ado de Bocio enquanto texto clssico, e j no como base para a aprendizagem profission al, na escola de Vittorino de Feltre para jovens nobres e talentosos, fundada em na corte de Mntua, pode ser considerada como um marco que assinala o incio d os novos estudos sobre os primrdios gregos da teoria musicial.

    No muito depois, os mais importantes tratados musicais gregos foram redescobertos em manuscritos tr azidos para o Ocidente por gregos emigrados ou por caadores italianos de manuscri tos como um fruto do seu saque em Bizncio.

    Tambm conhecidos na poca eram o captulo sobre a msica dos Problemas do pseudo-Aristteles, os Deipnosofistas de Ateneu, obra que contm um a longa passagem sobre a msica, os oito livros da Poltica de Aristteles e passagens relativas msica dos dilogos de Plato, em particular da Repblica e das Leis2.

    Todos estes textos estavam traduzidos para latim j em finais do sculo xv, se bem que alg umas das tradues fossem feitas apenas para uso particular dos estudiosos e no tives sem grande circulao.

    Franchino Gaffurio foi um dos estudiosos da msica que teve ao seu dispor algumas destas tradues e incorporou boa parte dos conhecimentos e da teoria gregos nas sua s obras mais importantes, Theorica musice Teoria da msica , de , Practica mu sice Prtica da msica , de , e De harmonia musicorum instrumentorum opus Obra sobre a harmonia dos instrumentos musicais , de Os escritos de Gaffurio f oram os que maior influncia tiveram na msica de finais do sculo xv e incio do sculo x vi e, a par das tradues e comentrios publicados acerca de algumas das obras acima i ndicadas, estimularam um novo florescer do pensamento sobre temas como os modos, a consonncia e a dissonncia, o propsito e parmetros do sistema tonal, a afinao, as re laes entre msica e palavra e a harmonia da msica, do homem, do esprito e do cosmos.

    A convico de que a escolha de um modo era a chave do compositor para despertar as emoes do ouvinte foi introduzida pela leitura dos antigos filsofos. Tanto Plato como Aristteles insistiam nos diferentes efeitos ticos dos vrios modos, embora no se sai ba ao certo a que se referiam estes autores ao empregarem o termo modo. A histria de Pitgoras, conseguindo acalmar um jovem agitado de tendncias violentas ao manda r o flautista passar de um para outro modo, ou a de Alexandre Magno, levantandose de repente da mesa do banquete e armando-se para o combate ao ouvir uma ria no modo frgio, foram contadas inmeras vezes.

    Os tericos e os compositores partiam do princpio de que estes modos gregos eram idnticos aos modos eclesisticos com os mesm os nomes e de que os poderes emotivos dos antigos podiam ser atribudos aos modos eclesisticos, procurando, assim, inflectir o seu potencial para servir determinad os fins.

    O terico suo Henrique Glareano, no seu famoso livro Dodekachordon A Lira de Doze Cordas , acrescentou quatro novos modos aos oito tradicionais -- o elico e o hipoelico com a final em L e o jnico e hipojnio com a final em D. Com tais acresc. Glareano mostrou de que forma a msica de Josquin des Prez utilizava o poder do s doze modos se bem que Josquin apenas conhecesse oito , analisando em pormenor vrios dos seus motetes.

    Quando as terceiras e sextas foram admitidas no apenas na prtica, mas tambm na teor ia, estabeleceu-se uma distino mais clara entre consonncia e dissonncia, e os mestre s do contraponto criaram novas regras para o controle da dissonncia. O mais impor tante manual de ensino do contraponto no sculo xv era o Liber de arte contrapunct i Livro de Arte do Contraponto, , de Johannes Tinctoris, compositor flamen go que se instalou em Npoles, na corte do rei Ferrante I, no incio da dcada de Ele deplorava as obras dos "compositores mais antigos, nas quais havia mais di ssonncias do que consonncias" livro ii, cap.

    Ti nctoris estabeleceu regras muito rgidas para a instroduo de dissonncias, restringind o-as aos tempos fracos e s passagens sincopadas aquilo a que chamamos retardos nas cadncias. Estas regras vieram a ser ainda mais apuradas em ulteriores tratado s de autores italianos, sendo, finalmente, sintetizadas na grande obra de Giosef fo Zarlino, Le Istitutioni harmoniche, de Apesar do uso constante das terceiras e sextas, a afinao que era teoricamente reco nhecida em meados do sculo xv era uma afinao em que estes intervalos soavam de form a spera.

    Era a chamada "afinao pitagrica", que resultava do modo como o monocrdio era dividido segundo as instrues de Bocio, Guido e outros autores da Idade Mdia. S em 14 82 surgiu uma proposta -- de um terico espanhol residente em Itlia, Bartolom Ramos de Pareja -- para modificar esta diviso por forma a produzir terceiras e sextas n a sua afinao ptima.

    A ideia foi sendo gradualmente aceite, tanto na teoria como na prtica embora no sem a oposio de conservadores como Gaffurio , donde resultou que n o incio do sculo xvi os instrumentos eram afinados de forma que a sonoridade das c onsonncias imperfeitas se tornava perfeitamente aceitvel. At essa altura s as consonn cias perfeitas, que no sistema pitagrico tinham uma afinao muito pura, eram autoriz adas no ltimo tempo de uma cadncia.

    Um sistema de afinao concebido por Ptolemeu e re velado por Gaffurio, que permitia obter consonncias puras, tanto imperfeitas como perfeitas -- a afinao sintnica diatnica, uma espcie de escala de sons puros --, foi defendido como sendo a soluo ideal por muitos tericos, entre os quais os mais notvei s foram Lodovico Fogliano, em , e Zarlino, em Todavia, veio mais tarde a verificar-se que o sistema apresentava certas desvantagens para a msica polifni ca, pelo que passaram a gozar de maior favor diversas solues de compromisso, como a afinao mesatnica e o temperamento igual.

    Sistemas de afinao -- A procura de novos sistemas de afinao foi estimulada no apenas por um desejo de conseguir consonncias mais suaves, como tambm pela expanso dos rec ursos tonais para alm dos modos diatnicos, at s notas da escala cromtica. A musica fi cta improvisada s requeria um nmero limitado de acidentes -- principalmente F , D , Sol , Sib e Mib --, mas, medida que os compositores procuravam obter novos efeit os expressivos, comearam a explorar ciclos de quintas, que os levaram a reconhece r at mesmo notas como Db e Sibb.

    Foram ento concebidas escalas ficta, tomando por m odelo a escala convencional, por forma a incluir estas notas. Nos sistemas pitagr icos de afinao em vigor no sculo xv, porm, uma nota sustenida e a nota bemol corresp ondente, como D e Rb, no coincidiam. Isto levou criao de teclados duplos nos rgos e s cravos. Nicola Vicentino ficou famoso por ter inventado um cravo com trs teclad os que podiam ser tocados nos gneros cromtico, enarmnico e diatnico.